
O TravelChinaGuide, com base em avisos atualizados dos consulados chineses, confirmou em 14 de julho que Pequim prorrogou seu programa unilateral de entrada sem visto por 30 dias para 17 países — incluindo Austrália, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça, Reino Unido e Canadá — até o final de 2026. A decisão elimina incertezas de curto prazo para empresas que planejam orçamentos de viagens e designações rotativas para o ano fiscal de 2026. Estrangeiros com passaportes comuns podem continuar entrando na China continental para negócios, turismo, visitas familiares ou trânsito sem pagar taxas de visto ou fornecer impressões digitais, desde que cada estadia não ultrapasse 30 dias. A política, lançada no final de 2025 para impulsionar o turismo receptivo, estava prevista para expirar em 30 de setembro de 2026. Departamentos de RH devem observar que a isenção não substitui a autorização de trabalho: funcionários ainda precisam de vistos Z e permissões de residência para emprego remunerado. Também não se aplica a jornalistas, estudantes de programas de longa duração ou solicitantes de países fora da lista designada, que devem seguir os procedimentos padrão pelo Centro de Solicitação de Vistos da China. Ainda assim, a extensão facilita a aprovação de viagens de curto prazo. A AmEx GBT estima que as empresas economizaram em média US$ 185 por viajante em taxas consulares durante o primeiro semestre de 2026 com a isenção. Companhias aéreas já estão promovendo frequências adicionais para a temporada de inverno da IATA na Europa, esperando demanda contínua. Equipes de compliance devem atualizar ferramentas automatizadas de aprovação pré-viagem e comunicação com viajantes, lembrando que permanências além do prazo acarretam multa de 500 CNY por dia e podem comprometer futuras autorizações de entrada.
Fonte: TravelChinaGuide