
O Conselho de Estado da China aprovou um plano abrangente para estimular o consumo interno durante o 15º Plano Quinquenal (2026-2030). Além das medidas tradicionais para o mercado consumidor, o projeto coloca a mobilidade internacional como peça central da estratégia para “expandir o consumo de entrada”. Pequim anunciou que continuará ampliando a lista de países cujos cidadãos podem entrar na China sem visto, simplificará as isenções de visto de trânsito de 24, 144 e 240 horas, e tornará menos burocrático o processo para vistos de estadias mais longas.
Uma seção específica do plano orienta o Ministério das Relações Exteriores e a Administração Nacional de Imigração a “aperfeiçoar” a isenção de visto de trânsito existente, para que mais aeroportos e pontos de fronteira possam receber viajantes sem visto, permitindo que eles circulem além das poucas “áreas permitidas” em nível municipal atualmente vigentes. Paralelamente, a Administração de Aviação Civil da China (CAAC) foi instruída a priorizar novos voos diretos para a Europa, Estados Unidos e países parceiros da iniciativa Belt and Road, argumentando que trajetos mais curtos resultam diretamente em maior gasto dos visitantes.
Para os gestores de mobilidade, a mensagem é clara: a China quer atrair mais viajantes de alto valor. Empresas que realocam funcionários ou rotacionam equipes de projetos podem esperar um aumento gradual das nacionalidades isentas de visto nos próximos quatro anos, junto com maior oferta de voos diretos de longa distância. O plano também prevê soluções de pagamento mais simples para visitantes estrangeiros — um problema que tem frustrado muitos viajantes de negócios que dependem de cartões bancários ou carteiras digitais internacionais — e promete processos “tudo em um” para liberação aduaneira, registro de SIM de telecomunicações e check-in em hotéis.
Analistas destacam que o foco na mobilidade está alinhado com o esforço de Pequim para apresentar a China como um mercado aberto para o comércio de serviços. “Facilitar a entrada, o pagamento e a circulação pelo país é a forma mais rápida de transformar o interesse internacional em gastos concretos”, observa Zhang Jian, da Academia de Turismo da China. Na prática, as empresas devem começar a reinserir a China em seus calendários globais de missões e reuniões, especialmente com a chegada de novas rotas diretas.
O cronograma para as mudanças específicas nos vistos ainda não foi divulgado, mas as agências foram orientadas a apresentar medidas detalhadas de implementação até o final de 2026. Multinacionais são aconselhadas a acompanhar os anúncios das embaixadas e os boletins de aprovação de rotas da CAAC para identificar os primeiros sinais da próxima fase de facilitação.
Uma seção específica do plano orienta o Ministério das Relações Exteriores e a Administração Nacional de Imigração a “aperfeiçoar” a isenção de visto de trânsito existente, para que mais aeroportos e pontos de fronteira possam receber viajantes sem visto, permitindo que eles circulem além das poucas “áreas permitidas” em nível municipal atualmente vigentes. Paralelamente, a Administração de Aviação Civil da China (CAAC) foi instruída a priorizar novos voos diretos para a Europa, Estados Unidos e países parceiros da iniciativa Belt and Road, argumentando que trajetos mais curtos resultam diretamente em maior gasto dos visitantes.
Para os gestores de mobilidade, a mensagem é clara: a China quer atrair mais viajantes de alto valor. Empresas que realocam funcionários ou rotacionam equipes de projetos podem esperar um aumento gradual das nacionalidades isentas de visto nos próximos quatro anos, junto com maior oferta de voos diretos de longa distância. O plano também prevê soluções de pagamento mais simples para visitantes estrangeiros — um problema que tem frustrado muitos viajantes de negócios que dependem de cartões bancários ou carteiras digitais internacionais — e promete processos “tudo em um” para liberação aduaneira, registro de SIM de telecomunicações e check-in em hotéis.
Analistas destacam que o foco na mobilidade está alinhado com o esforço de Pequim para apresentar a China como um mercado aberto para o comércio de serviços. “Facilitar a entrada, o pagamento e a circulação pelo país é a forma mais rápida de transformar o interesse internacional em gastos concretos”, observa Zhang Jian, da Academia de Turismo da China. Na prática, as empresas devem começar a reinserir a China em seus calendários globais de missões e reuniões, especialmente com a chegada de novas rotas diretas.
O cronograma para as mudanças específicas nos vistos ainda não foi divulgado, mas as agências foram orientadas a apresentar medidas detalhadas de implementação até o final de 2026. Multinacionais são aconselhadas a acompanhar os anúncios das embaixadas e os boletins de aprovação de rotas da CAAC para identificar os primeiros sinais da próxima fase de facilitação.
Fonte: english.www.gov.cn