
O Aeroporto de Bruxelas Sul Charleroi emitiu um alerta incomum e direto em 22 de julho de 2026: cidadãos italianos e gregos que vivem ou visitam a Bélgica e ainda possuem o antigo cartão de identidade em papel terão o embarque negado a partir de 3 de agosto. O aviso segue um regulamento silencioso, mas abrangente, da UE adotado em 2019, que obriga os países membros a substituir documentos de identidade inseguros por cartões plásticos com tecnologia biométrica. A Itália está eliminando completamente o livreto em papel; a Grécia manterá o documento para uso interno até 2027, mas não para viagens internacionais. A partir de 3 de agosto, somente o novo Cartão de Identidade Eletrônico (CIE), com chip embutido e código QR, será aceito nos balcões de check-in e nas fronteiras do espaço Schengen. Charleroi prefere alertar com antecedência para evitar situações de turistas “presos aqui durante o verão”. O Aeroporto de Bruxelas deve divulgar avisos semelhantes nos próximos dias.
O impacto prático é significativo. Cerca de 120 mil italianos e 30 mil gregos são residentes registrados na Bélgica; milhares mais trabalham temporariamente em contratos sazonais. As companhias aéreas que operam rotas para o sul da Europa precisarão treinar suas equipes e atualizar os sistemas de verificação de documentos. Os empregadores devem lembrar os trabalhadores expatriados que planejam viagens ao país de origem sobre essa mudança; a autorização de residência belga **não** é um documento válido para viagens. Cidadãos italianos no exterior podem solicitar o CIE em qualquer município italiano a partir de 1º de junho, enquanto os gregos devem agendar atendimento nas delegacias de polícia na Grécia. O tempo de processamento varia de 24 horas em cidades italianas a até dez dias nas ilhas gregas mais procuradas — período próximo ao pico das férias com isenção de taxa de embarque —, portanto, os planejadores de mobilidade devem considerar uma margem de segurança.
Esse episódio destaca como a legislação de segurança da UE pode impactar de forma repentina, anos após sua aprovação. Empresas que gerenciam deslocamentos internacionais via Bélgica devem manter um calendário de conformidade para os prazos de validade dos documentos e garantir que os viajantes recebam alertas em tempo hábil para evitar custos extras com remarcações de última hora.
O impacto prático é significativo. Cerca de 120 mil italianos e 30 mil gregos são residentes registrados na Bélgica; milhares mais trabalham temporariamente em contratos sazonais. As companhias aéreas que operam rotas para o sul da Europa precisarão treinar suas equipes e atualizar os sistemas de verificação de documentos. Os empregadores devem lembrar os trabalhadores expatriados que planejam viagens ao país de origem sobre essa mudança; a autorização de residência belga **não** é um documento válido para viagens. Cidadãos italianos no exterior podem solicitar o CIE em qualquer município italiano a partir de 1º de junho, enquanto os gregos devem agendar atendimento nas delegacias de polícia na Grécia. O tempo de processamento varia de 24 horas em cidades italianas a até dez dias nas ilhas gregas mais procuradas — período próximo ao pico das férias com isenção de taxa de embarque —, portanto, os planejadores de mobilidade devem considerar uma margem de segurança.
Esse episódio destaca como a legislação de segurança da UE pode impactar de forma repentina, anos após sua aprovação. Empresas que gerenciam deslocamentos internacionais via Bélgica devem manter um calendário de conformidade para os prazos de validade dos documentos e garantir que os viajantes recebam alertas em tempo hábil para evitar custos extras com remarcações de última hora.
Fonte: The Brussels Times
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