
Em uma atualização separada durante a noite, o Ministério do Interior revisou a página de Prioridades de Processamento de Vistos de Estudante para esclarecer como as Diretrizes Ministeriais 111 e 115 são aplicadas após o aumento da taxa de solicitação de visto em 1º de julho. A página — atualizada no início desta manhã — confirma que estudantes de inglês isolados, alunos do ensino fundamental, candidatos a treinamento de pilotos, matriculados em TAFE e doutorandos continuarão a receber o status de ‘Prioridade 1’ para pedidos offshore da Subclasse 500 feitos após 14 de novembro de 2025.
Os provedores de ensino superior que já atingiram 80% da sua cota de Novos Estudantes Estrangeiros Ingressantes (NOSC) para 2025 agora são explicitamente rebaixados para Prioridade 2 ou 3, dependendo se ultrapassam a cota em 15%. A mudança visa conter táticas agressivas de recrutamento e aliviar a pressão sobre o mercado imobiliário nas grandes cidades.
A atualização ocorre um mês após o aumento das taxas de solicitação de visto de estudante, que passaram de AUD 2.000 para AUD 2.500 (para o requerente principal), e poucos dias depois de instituições financeiras alertarem para maiores riscos de inadimplência entre redes de faculdades privadas. Agentes educacionais já relatam uma queda de 28% nas inscrições de estudantes indianos e nepaleses, grupos sensíveis ao preço, que estão evitando a entrada de julho.
Para as universidades, a orientação revisada indica que parcerias com caminhos regionais do TAFE — ou o encaminhamento de estudantes por meio de programas combinados ELICOS + Bacharelado — podem ajudar a manter o tratamento de Prioridade 1. Provedores que ultrapassarem seu limite NOSC correm o risco de atrasos além do padrão tradicional de 6 semanas, podendo empurrar matrículas para 2027.
Principais recomendações para instituições e estudantes:
• Verifique a utilização da cota NOSC do seu provedor antes de enviar a solicitação.
• Considere iniciar pelos componentes de inglês ou TAFE para garantir decisões mais rápidas.
• Planeje prazos maiores caso a universidade escolhida já esteja em Prioridade 2 ou 3.
Os provedores de ensino superior que já atingiram 80% da sua cota de Novos Estudantes Estrangeiros Ingressantes (NOSC) para 2025 agora são explicitamente rebaixados para Prioridade 2 ou 3, dependendo se ultrapassam a cota em 15%. A mudança visa conter táticas agressivas de recrutamento e aliviar a pressão sobre o mercado imobiliário nas grandes cidades.
A atualização ocorre um mês após o aumento das taxas de solicitação de visto de estudante, que passaram de AUD 2.000 para AUD 2.500 (para o requerente principal), e poucos dias depois de instituições financeiras alertarem para maiores riscos de inadimplência entre redes de faculdades privadas. Agentes educacionais já relatam uma queda de 28% nas inscrições de estudantes indianos e nepaleses, grupos sensíveis ao preço, que estão evitando a entrada de julho.
Para as universidades, a orientação revisada indica que parcerias com caminhos regionais do TAFE — ou o encaminhamento de estudantes por meio de programas combinados ELICOS + Bacharelado — podem ajudar a manter o tratamento de Prioridade 1. Provedores que ultrapassarem seu limite NOSC correm o risco de atrasos além do padrão tradicional de 6 semanas, podendo empurrar matrículas para 2027.
Principais recomendações para instituições e estudantes:
• Verifique a utilização da cota NOSC do seu provedor antes de enviar a solicitação.
• Considere iniciar pelos componentes de inglês ou TAFE para garantir decisões mais rápidas.
• Planeje prazos maiores caso a universidade escolhida já esteja em Prioridade 2 ou 3.
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