
Dados divulgados pelo Departamento de Assuntos Exteriores mostram que os residentes da Irlanda do Norte apresentaram mais de 120 mil pedidos de passaporte irlandês em 2024 — um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Em resposta, o deputado do Sinn Féin, Dáire Hughes, reiterou hoje a demanda do partido por um escritório dedicado de passaportes ao norte da fronteira, argumentando que os requerentes enfrentam atrasos desnecessários e custos de deslocamento ao serem obrigados a usar os serviços de Dublin, Cork ou Londres.
O aumento é impulsionado pelas necessidades de mobilidade pós-Brexit: o passaporte irlandês restabelece os direitos de livre circulação na UE para profissionais baseados no Reino Unido que viajam frequentemente a clientes dentro do mercado único. Empregadores do crescente setor fintech em Belfast relatam que possuir um passaporte irlandês reduz a burocracia de vistos para visitas de negócios a parceiros da UE e facilita transferências temporárias de funcionários.
Atualmente, o processamento urgente em um dia exige visita presencial a Dublin, um desafio logístico para empresas que patrocinam viagens de última hora. A criação de um escritório em Belfast seguiria o modelo do UK Passport Office, descentralizando os serviços e aumentando a resiliência diante de interrupções causadas por condições climáticas ou questões de segurança no transporte.
O Departamento informa que renovações online levam em média 16 dias úteis, mas pedidos de primeira via ou por perda de passaporte ainda podem levar até 12 semanas. Interessados defendem que um balcão em Belfast poderia reduzir esse prazo pela metade, eliminando etapas de envio por courier e permitindo a coleta biométrica no mesmo dia. Um estudo de viabilidade deve ser divulgado no início do próximo ano.
Se aprovado, o novo escritório será a primeira unidade de passaportes da Irlanda fora do território nacional — mais um sinal da crescente integração transfronteiriça e um possível modelo para futuros centros satélites em áreas de grande demanda da diáspora, como Nova York e Sydney.
O aumento é impulsionado pelas necessidades de mobilidade pós-Brexit: o passaporte irlandês restabelece os direitos de livre circulação na UE para profissionais baseados no Reino Unido que viajam frequentemente a clientes dentro do mercado único. Empregadores do crescente setor fintech em Belfast relatam que possuir um passaporte irlandês reduz a burocracia de vistos para visitas de negócios a parceiros da UE e facilita transferências temporárias de funcionários.
Atualmente, o processamento urgente em um dia exige visita presencial a Dublin, um desafio logístico para empresas que patrocinam viagens de última hora. A criação de um escritório em Belfast seguiria o modelo do UK Passport Office, descentralizando os serviços e aumentando a resiliência diante de interrupções causadas por condições climáticas ou questões de segurança no transporte.
O Departamento informa que renovações online levam em média 16 dias úteis, mas pedidos de primeira via ou por perda de passaporte ainda podem levar até 12 semanas. Interessados defendem que um balcão em Belfast poderia reduzir esse prazo pela metade, eliminando etapas de envio por courier e permitindo a coleta biométrica no mesmo dia. Um estudo de viabilidade deve ser divulgado no início do próximo ano.
Se aprovado, o novo escritório será a primeira unidade de passaportes da Irlanda fora do território nacional — mais um sinal da crescente integração transfronteiriça e um possível modelo para futuros centros satélites em áreas de grande demanda da diáspora, como Nova York e Sydney.
Fonte: Sinn Féin press release
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