
O chefe da seguridade social finlandesa, Lasse Lehtonen, foi escoltado para fora da área do portão do Aeroporto de Bruxelas em 5 de dezembro, após tentar embarcar num voo da Finnair para Helsínquia sem um cartão de embarque válido. A segurança do aeroporto belga chamou a polícia local, que acompanhou Lehtonen até o centro médico do terminal, pois ele aparentava estar desorientado. O incidente, confirmado pelas autoridades belgas e noticiado pelo Helsingin Sanomat e Ilta-Sanomat, destaca os rigorosos controles de acesso “vai-não-vai” agora aplicados em muitos hubs europeus, incluindo Helsínquia-Vantaa.
De acordo com o Regulamento da UE (CE) 300/2008 e suas alterações posteriores, os passageiros devem apresentar um cartão de embarque válido — ou um cartão móvel com código QR verificável — tanto no controle de segurança quanto no portão de embarque. Aeroportos que operam sistemas de “uma pessoa, um cartão”, como Bruxelas e Helsínquia, bloqueiam os leitores dos portões assim que a contagem final de passageiros é concluída. Tentar embarcar sem um documento escaneável dispara um alerta automático de segurança.
A Finavia implementou travas eletrônicas semelhantes nos portões de Helsínquia-Vantaa no início deste ano, o que significa que viajantes que perdem o telefone ou o cartão de embarque em papel após a triagem de segurança precisam retornar ao balcão de check-in para reemissão. Para gestores de viagens corporativas, a lição é clara: garantir que os viajantes mantenham os cartões de embarque acessíveis, especialmente em itinerários com múltiplas etapas, onde a reimpressão pode ser impossível nas áreas de trânsito.
O caso Lehtonen também mostra que episódios médicos podem rapidamente se transformar em incidentes de segurança. As empresas devem revisar suas políticas de duty of care para incluir assistência a funcionários que adoecem no exterior e estabelecer protocolos de contato de emergência com as autoridades aeroportuárias locais.
Embora o evento não tenha consequências regulatórias diretas, a atenção da mídia finlandesa pode levar a Finavia e a Finnair a reforçarem as regras sobre cartões de embarque antes da alta temporada de viagens de fim de ano.
De acordo com o Regulamento da UE (CE) 300/2008 e suas alterações posteriores, os passageiros devem apresentar um cartão de embarque válido — ou um cartão móvel com código QR verificável — tanto no controle de segurança quanto no portão de embarque. Aeroportos que operam sistemas de “uma pessoa, um cartão”, como Bruxelas e Helsínquia, bloqueiam os leitores dos portões assim que a contagem final de passageiros é concluída. Tentar embarcar sem um documento escaneável dispara um alerta automático de segurança.
A Finavia implementou travas eletrônicas semelhantes nos portões de Helsínquia-Vantaa no início deste ano, o que significa que viajantes que perdem o telefone ou o cartão de embarque em papel após a triagem de segurança precisam retornar ao balcão de check-in para reemissão. Para gestores de viagens corporativas, a lição é clara: garantir que os viajantes mantenham os cartões de embarque acessíveis, especialmente em itinerários com múltiplas etapas, onde a reimpressão pode ser impossível nas áreas de trânsito.
O caso Lehtonen também mostra que episódios médicos podem rapidamente se transformar em incidentes de segurança. As empresas devem revisar suas políticas de duty of care para incluir assistência a funcionários que adoecem no exterior e estabelecer protocolos de contato de emergência com as autoridades aeroportuárias locais.
Embora o evento não tenha consequências regulatórias diretas, a atenção da mídia finlandesa pode levar a Finavia e a Finnair a reforçarem as regras sobre cartões de embarque antes da alta temporada de viagens de fim de ano.
Fonte: Helsinki Times