
Reunião em Bruxelas no dia 15 de dezembro, ministros das Relações Exteriores da UE concordaram em ampliar as sanções contra a Bielorrússia para incluir “manipulação de informações estrangeiras, travessias de fronteira não autorizadas e outras atividades híbridas”. O estopim foi uma série de balões não tripulados lançados da Bielorrússia que invadiram repetidamente o espaço aéreo da Lituânia e da Polônia, forçando desvios temporários de voos e gerando preocupações sobre a segurança dos passageiros em todo o bloco.
Para a Bélgica, a decisão é importante em dois aspectos. Primeiro, o Aeroporto de Bruxelas é um importante hub para sobrevoos entre a América do Norte e a Europa Oriental; as sanções reforçadas permitem que a EUROCONTROL e as autoridades nacionais de aviação neguem mais rapidamente permissões de sobrevoo para aeronaves ou transportadoras de carga ligadas à Bielorrússia, reduzindo o risco de fechamentos repentinos do espaço aéreo que podem deixar viajantes retidos. Segundo, a nova base legal mira explicitamente a “entrada não autorizada” em território dos Estados-membros, conferindo à polícia de fronteira belga poderes ampliados para agir contra redes de contrabando que exploram lacunas entre os países do espaço Schengen.
Gestores de viagens corporativas devem ficar atentos, pois o Conselho da UE deve publicar um regulamento de implementação em poucos dias. As companhias aéreas terão que analisar pedidos de voos charter envolvendo operadores bielorrussos, e empresas de logística que transportam cargas de alto valor pela Bélgica podem enfrentar verificações alfandegárias adicionais. Viajantes em trânsito por Minsk a caminho de Bruxelas podem enfrentar remarcações de última hora ou tempos de voo mais longos, à medida que as companhias aéreas evitam o espaço aéreo sancionado.
A medida reforça a mudança da UE de sanções econômicas tradicionais para ações que vinculam explicitamente segurança de fronteiras, desinformação e segurança na aviação — uma tendência que profissionais de mobilidade devem acompanhar, já que disposições semelhantes para ameaças híbridas estão sendo elaboradas para Rússia e Irã.
Para a Bélgica, a decisão é importante em dois aspectos. Primeiro, o Aeroporto de Bruxelas é um importante hub para sobrevoos entre a América do Norte e a Europa Oriental; as sanções reforçadas permitem que a EUROCONTROL e as autoridades nacionais de aviação neguem mais rapidamente permissões de sobrevoo para aeronaves ou transportadoras de carga ligadas à Bielorrússia, reduzindo o risco de fechamentos repentinos do espaço aéreo que podem deixar viajantes retidos. Segundo, a nova base legal mira explicitamente a “entrada não autorizada” em território dos Estados-membros, conferindo à polícia de fronteira belga poderes ampliados para agir contra redes de contrabando que exploram lacunas entre os países do espaço Schengen.
Gestores de viagens corporativas devem ficar atentos, pois o Conselho da UE deve publicar um regulamento de implementação em poucos dias. As companhias aéreas terão que analisar pedidos de voos charter envolvendo operadores bielorrussos, e empresas de logística que transportam cargas de alto valor pela Bélgica podem enfrentar verificações alfandegárias adicionais. Viajantes em trânsito por Minsk a caminho de Bruxelas podem enfrentar remarcações de última hora ou tempos de voo mais longos, à medida que as companhias aéreas evitam o espaço aéreo sancionado.
A medida reforça a mudança da UE de sanções econômicas tradicionais para ações que vinculam explicitamente segurança de fronteiras, desinformação e segurança na aviação — uma tendência que profissionais de mobilidade devem acompanhar, já que disposições semelhantes para ameaças híbridas estão sendo elaboradas para Rússia e Irã.
Fonte: Reuters