
A Polícia Federal (PF) do Brasil intensificou sua campanha de conformidade de longa data ao divulgar publicamente os nomes de estrangeiros multados por não cumprirem o prazo de 30 dias para registro após a chegada. A lista — identificada por consultores de imigração em 13 de dezembro — detalha dezenas de pessoas e multas que, em alguns casos, ultrapassam R$ 7.000.
De acordo com a Lei de Migração brasileira, quem entra no país com visto de trabalho, estudo ou como nômade digital deve comparecer pessoalmente a uma unidade da PF dentro de 30 dias da primeira entrada para fornecer biometria e documentos originais. Embora as multas por registro tardio não sejam novidade, a divulgação pública traz um impacto reputacional que pode comprometer renovações de visto futuras e até oportunidades de emprego.
Empresas multinacionais já estão reforçando seus controles internos. Gestores de mobilidade global estão integrando alertas da PF aos painéis de RH, pré-agendando horários para registro e arquivando cartões de embarque para comprovar conformidade. Algumas companhias estão reservando orçamento para serviços acelerados em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, onde as vagas para atendimento podem se esgotar semanas antes.
Advogados especializados em imigração alertam que multas não pagas bloqueiam todos os processos migratórios subsequentes — desde permissões para dependentes até atualizações para residência permanente — e preveem que a PF pode ampliar essa prática para casos de permanência irregular e violações de visto de trabalho. Com a expectativa de recorde de chegadas de estrangeiros no Brasil antes da COP-30 em 2026, a mensagem das autoridades é clara: o descumprimento administrativo agora terá um custo público, além do financeiro.
Recomenda-se que empregadores façam uma auditoria imediata dos arquivos dos colaboradores estrangeiros e garantam que os novos chegantes tenham agendamentos pré-definidos na PF, além de instruções claras sobre os documentos originais necessários, incluindo aqueles com apostila, quando aplicável.
De acordo com a Lei de Migração brasileira, quem entra no país com visto de trabalho, estudo ou como nômade digital deve comparecer pessoalmente a uma unidade da PF dentro de 30 dias da primeira entrada para fornecer biometria e documentos originais. Embora as multas por registro tardio não sejam novidade, a divulgação pública traz um impacto reputacional que pode comprometer renovações de visto futuras e até oportunidades de emprego.
Empresas multinacionais já estão reforçando seus controles internos. Gestores de mobilidade global estão integrando alertas da PF aos painéis de RH, pré-agendando horários para registro e arquivando cartões de embarque para comprovar conformidade. Algumas companhias estão reservando orçamento para serviços acelerados em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, onde as vagas para atendimento podem se esgotar semanas antes.
Advogados especializados em imigração alertam que multas não pagas bloqueiam todos os processos migratórios subsequentes — desde permissões para dependentes até atualizações para residência permanente — e preveem que a PF pode ampliar essa prática para casos de permanência irregular e violações de visto de trabalho. Com a expectativa de recorde de chegadas de estrangeiros no Brasil antes da COP-30 em 2026, a mensagem das autoridades é clara: o descumprimento administrativo agora terá um custo público, além do financeiro.
Recomenda-se que empregadores façam uma auditoria imediata dos arquivos dos colaboradores estrangeiros e garantam que os novos chegantes tenham agendamentos pré-definidos na PF, além de instruções claras sobre os documentos originais necessários, incluindo aqueles com apostila, quando aplicável.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Brasil.Mais de Brasil
Ver tudo
Estrangeiros representam agora 4% das novas contratações formais no Brasil, impulsionados pelo aumento da migração venezuelana
Apagão causado por ciclone cancela 400 voos em São Paulo, paralisando viagens corporativas de fim de ano