
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) do Brasil emitiu, no final do dia 15 de dezembro, um alerta de nível laranja para quase todo o estado do Rio Grande do Sul, prevendo rajadas de vento de até 100 km/h, chuvas torrenciais e possibilidade de granizo até a manhã de 16 de dezembro.
O aviso abrange as rodovias BR-116 e BR-386, que ligam Porto Alegre à Argentina e ao Uruguai — rotas muito utilizadas por exportadores do setor automotivo e do agronegócio. Empresas de logística orientaram os caminhoneiros a aguardar o fim da frente fria antes de seguir viagem, mantendo as cargas ao norte da fronteira estadual. Já o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, recomenda que os passageiros cheguem com duas horas de antecedência e acompanhem possíveis alterações nos horários por meio de aplicativos móveis.
Para as equipes de mobilidade global, o alerta coincide com o aumento sazonal de missões de curta duração, já que as fábricas do Cone Sul fecham para manutenção. Empresas que enviam técnicos devem considerar possíveis desvios e atrasos para pernoite; a legislação trabalhista brasileira exige que os empregadores cubram custos extras de hospedagem quando as condições climáticas tornam a viagem insegura.
A Defesa Civil estadual posicionou abrigos de evacuação após as enchentes recordes deste ano, que deslocaram 28 mil moradores, incluindo centenas de trabalhadores internacionais de projetos. Corretores de seguros alertam que a maioria das apólices corporativas de viagem exclui cancelamentos por condições climáticas, a menos que sejam declarados “eventos nomeados”; o nível laranja do INMET geralmente aciona a cobertura, por isso os segurados devem documentar qualquer interrupção.
Multinacionais com centros regionais em Porto Alegre estão ativando protocolos de trabalho remoto e verificando os níveis de combustível dos geradores de backup, atentos à escassez de suprimentos observada durante as enchentes de maio.
O aviso abrange as rodovias BR-116 e BR-386, que ligam Porto Alegre à Argentina e ao Uruguai — rotas muito utilizadas por exportadores do setor automotivo e do agronegócio. Empresas de logística orientaram os caminhoneiros a aguardar o fim da frente fria antes de seguir viagem, mantendo as cargas ao norte da fronteira estadual. Já o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, recomenda que os passageiros cheguem com duas horas de antecedência e acompanhem possíveis alterações nos horários por meio de aplicativos móveis.
Para as equipes de mobilidade global, o alerta coincide com o aumento sazonal de missões de curta duração, já que as fábricas do Cone Sul fecham para manutenção. Empresas que enviam técnicos devem considerar possíveis desvios e atrasos para pernoite; a legislação trabalhista brasileira exige que os empregadores cubram custos extras de hospedagem quando as condições climáticas tornam a viagem insegura.
A Defesa Civil estadual posicionou abrigos de evacuação após as enchentes recordes deste ano, que deslocaram 28 mil moradores, incluindo centenas de trabalhadores internacionais de projetos. Corretores de seguros alertam que a maioria das apólices corporativas de viagem exclui cancelamentos por condições climáticas, a menos que sejam declarados “eventos nomeados”; o nível laranja do INMET geralmente aciona a cobertura, por isso os segurados devem documentar qualquer interrupção.
Multinacionais com centros regionais em Porto Alegre estão ativando protocolos de trabalho remoto e verificando os níveis de combustível dos geradores de backup, atentos à escassez de suprimentos observada durante as enchentes de maio.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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