
Um poderoso ciclone extratropical que atingiu o sudeste do Brasil em 10 de dezembro ainda causa impactos severos para viajantes corporativos quase uma semana depois. Na madrugada de terça-feira, 16 de dezembro, os dois principais aeroportos de São Paulo – Congonhas (doméstico) e Guarulhos (internacional) – divulgaram estatísticas atualizadas mostrando um total combinado de 369 cancelamentos desde a tempestade. Quedas de energia, árvores caídas e vias de acesso alagadas têm atrasado a triagem de passageiros e o manuseio de bagagens, obrigando as companhias aéreas a reduzir horários para manter um desempenho mínimo de pontualidade.
LATAM, GOL e Azul ativaram políticas flexíveis de remarcação, isentando taxas de alteração para passageiros com bilhetes emitidos entre 10 e 20 de dezembro. Mesmo assim, o descompasso entre tripulações e aeronaves está afetando as redes domésticas; executivos que viajam entre plantas regionais e a sede em São Paulo relatam conexões que passaram dos habituais 45 minutos para mais de quatro horas. As ligações internacionais também estão vulneráveis: voos para Miami, Lisboa e Santiago partiram de São Paulo na terça-feira com dezenas de assentos vazios após conexões de Recife, Curitiba e Porto Alegre não chegarem a tempo.
O apagão, em seu auge, deixou 1,4 milhão de clientes sem energia, incluindo estações de bombeamento de água e trechos do metrô de São Paulo. Muitos escritórios no centro da cidade recorreram a geradores, mas parques empresariais na periferia relataram quedas intermitentes que interromperam reuniões por videoconferência e o envio de folhas de pagamento vinculadas a ciclos globais de fechamento financeiro. Consultorias de risco em mobilidade elevaram o nível de risco para negócios em São Paulo para “laranja” até que a concessionária local, Enel, divulgue um cronograma confiável de restabelecimento.
Dicas práticas para gestores de mobilidade incluem escalonar horários de saída para evitar picos matinais, reservar previamente quartos de hotel próximos ao aeroporto para funcionários críticos e alertar as equipes financeiras sobre possíveis atrasos nos reembolsos de viagens de expatriados no fim do ano. É fundamental que os viajantes acompanhem o painel em tempo real da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e reservem pelo menos três horas entre conexões domésticas e internacionais até que as operações se normalizem.
Para o futuro, as companhias aéreas alertam que as rotações de aeronaves e tripulações continuarão frágeis durante o movimentado período de Natal. Empresas que planejam reuniões de início de ano em São Paulo podem considerar tarifas reembolsáveis ou formatos híbridos para evitar novos transtornos.
LATAM, GOL e Azul ativaram políticas flexíveis de remarcação, isentando taxas de alteração para passageiros com bilhetes emitidos entre 10 e 20 de dezembro. Mesmo assim, o descompasso entre tripulações e aeronaves está afetando as redes domésticas; executivos que viajam entre plantas regionais e a sede em São Paulo relatam conexões que passaram dos habituais 45 minutos para mais de quatro horas. As ligações internacionais também estão vulneráveis: voos para Miami, Lisboa e Santiago partiram de São Paulo na terça-feira com dezenas de assentos vazios após conexões de Recife, Curitiba e Porto Alegre não chegarem a tempo.
O apagão, em seu auge, deixou 1,4 milhão de clientes sem energia, incluindo estações de bombeamento de água e trechos do metrô de São Paulo. Muitos escritórios no centro da cidade recorreram a geradores, mas parques empresariais na periferia relataram quedas intermitentes que interromperam reuniões por videoconferência e o envio de folhas de pagamento vinculadas a ciclos globais de fechamento financeiro. Consultorias de risco em mobilidade elevaram o nível de risco para negócios em São Paulo para “laranja” até que a concessionária local, Enel, divulgue um cronograma confiável de restabelecimento.
Dicas práticas para gestores de mobilidade incluem escalonar horários de saída para evitar picos matinais, reservar previamente quartos de hotel próximos ao aeroporto para funcionários críticos e alertar as equipes financeiras sobre possíveis atrasos nos reembolsos de viagens de expatriados no fim do ano. É fundamental que os viajantes acompanhem o painel em tempo real da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e reservem pelo menos três horas entre conexões domésticas e internacionais até que as operações se normalizem.
Para o futuro, as companhias aéreas alertam que as rotações de aeronaves e tripulações continuarão frágeis durante o movimentado período de Natal. Empresas que planejam reuniões de início de ano em São Paulo podem considerar tarifas reembolsáveis ou formatos híbridos para evitar novos transtornos.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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