
A Polícia Federal (PF) do Brasil realizou três operações distintas nas últimas 24 horas no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, evidenciando o aumento da fiscalização que os viajantes podem esperar durante o pico da temporada de fim de ano.
No primeiro caso, agentes no controle migratório cumpriram uma ordem judicial emitida pela vara do trabalho da Bahia e apreenderam o passaporte brasileiro de um passageiro que estava embarcando. Essa medida faz parte de uma tendência crescente em que juízes brasileiros bloqueiam a saída do país de devedores até que pendências trabalhistas ou fiscais sejam regularizadas. Empresas que transferem funcionários para o exterior devem verificar se há ordens judiciais contra seus colaboradores antes da viagem.
Na mesma tarde, duas brasileiras com destino à Espanha (com conexão na Bélgica) foram detidas após a triagem por raio-X e revista manual revelarem mais de 10 kg de cocaína escondidos em fundos falsos nas malas. Ambas foram indiciadas por tráfico internacional de drogas e encaminhadas à custódia federal.
Nas primeiras horas do dia 19 de dezembro, um cidadão americano que chegava dos EUA foi preso quando a inspeção aduaneira em sua bagagem despachada encontrou mais de 16 kg de haxixe embalado a vácuo. O viajante agora enfrenta acusações que podem resultar em pena de cinco a quinze anos, conforme a legislação antidrogas brasileira.
As implicações práticas para gestores de mobilidade são claras: (1) esperar uma fiscalização mais rigorosa nas bagagens e filas mais longas com o aumento das operações da PF; (2) orientar os viajantes a chegarem com antecedência e manterem dispositivos eletrônicos desbloqueados para inspeção; e (3) garantir que todos os documentos pessoais e corporativos — incluindo comprovantes de autorização de trabalho e certidões negativas de débitos fiscais — estejam em ordem. Os empregadores também devem estar cientes de que a apreensão judicial do passaporte pode ocorrer sem aviso prévio ao funcionário.
As operações indicam que a PF adotará uma postura de tolerância zero contra mercadorias ilícitas e utilizará a apreensão de documentos de viagem como ferramenta de fiscalização além dos casos criminais. Com o aumento das viagens nas festas de fim de ano, as empresas devem atualizar as orientações de segurança para seus viajantes e considerar planos de contingência para eventuais atrasos nas partidas.
No primeiro caso, agentes no controle migratório cumpriram uma ordem judicial emitida pela vara do trabalho da Bahia e apreenderam o passaporte brasileiro de um passageiro que estava embarcando. Essa medida faz parte de uma tendência crescente em que juízes brasileiros bloqueiam a saída do país de devedores até que pendências trabalhistas ou fiscais sejam regularizadas. Empresas que transferem funcionários para o exterior devem verificar se há ordens judiciais contra seus colaboradores antes da viagem.
Na mesma tarde, duas brasileiras com destino à Espanha (com conexão na Bélgica) foram detidas após a triagem por raio-X e revista manual revelarem mais de 10 kg de cocaína escondidos em fundos falsos nas malas. Ambas foram indiciadas por tráfico internacional de drogas e encaminhadas à custódia federal.
Nas primeiras horas do dia 19 de dezembro, um cidadão americano que chegava dos EUA foi preso quando a inspeção aduaneira em sua bagagem despachada encontrou mais de 16 kg de haxixe embalado a vácuo. O viajante agora enfrenta acusações que podem resultar em pena de cinco a quinze anos, conforme a legislação antidrogas brasileira.
As implicações práticas para gestores de mobilidade são claras: (1) esperar uma fiscalização mais rigorosa nas bagagens e filas mais longas com o aumento das operações da PF; (2) orientar os viajantes a chegarem com antecedência e manterem dispositivos eletrônicos desbloqueados para inspeção; e (3) garantir que todos os documentos pessoais e corporativos — incluindo comprovantes de autorização de trabalho e certidões negativas de débitos fiscais — estejam em ordem. Os empregadores também devem estar cientes de que a apreensão judicial do passaporte pode ocorrer sem aviso prévio ao funcionário.
As operações indicam que a PF adotará uma postura de tolerância zero contra mercadorias ilícitas e utilizará a apreensão de documentos de viagem como ferramenta de fiscalização além dos casos criminais. Com o aumento das viagens nas festas de fim de ano, as empresas devem atualizar as orientações de segurança para seus viajantes e considerar planos de contingência para eventuais atrasos nas partidas.
Fonte: Polícia Federal