
Dados recentes divulgados pelo Departamento de Estado dos EUA em 14 de janeiro — e amplamente noticiados em 17 de janeiro — mostram que o local onde um solicitante indiano faz o pedido pode reduzir meses de espera para um visto de não-imigrante. Uma análise do Times of India revela que Nova Délhi tem as maiores filas para vistos de visitante (B-1/B-2), com a próxima vaga disponível apenas daqui a oito meses, enquanto Hyderabad apresenta tempos semelhantes, porém com filas um pouco menores para categorias de trabalho.
Em contraste, Mumbai oferece agora as vagas mais rápidas para vistos de trabalho das classes H, L e O, com as primeiras entrevistas marcadas para cerca de um mês à frente. Os vistos de estudante (F/M/J) mostram um cenário misto: Nova Délhi e Hyderabad lideram com prazos de um a dois meses, enquanto Mumbai registra cerca de três meses. Chennai apresenta a menor média publicada para vistos de visitante — cerca de seis semanas —, mas não divulga as datas das próximas vagas, deixando os candidatos na expectativa de cancelamentos ao atualizarem o portal.
Para empresas indianas que transferem funcionários para os EUA, essas diferenças estão forçando escolhas estratégicas. Transferências internas são cada vez mais direcionadas via Mumbai, mesmo que o funcionário resida em outra cidade, e as empresas estão prevendo custos de viagem para onde houver a entrevista mais rápida. Consultores alertam que os dados de agendamento são atualizados diariamente; ferramentas de monitoramento e serviços para “capturar” vagas são agora itens comuns nos orçamentos de mobilidade.
A embaixada dos EUA afirma estar no caminho para superar o recorde do ano passado, quando foram emitidos um milhão de vistos para indianos, creditando o aumento de oficiais consulares e turnos aos finais de semana. Mas a demanda continua superando a capacidade. Especialistas recomendam que os candidatos obtenham o recibo do DS-160 o quanto antes, mantenham flexibilidade quanto ao consulado escolhido e considerem a elegibilidade para isenção de entrevista em renovações, para evitar as filas mais longas.
Em contraste, Mumbai oferece agora as vagas mais rápidas para vistos de trabalho das classes H, L e O, com as primeiras entrevistas marcadas para cerca de um mês à frente. Os vistos de estudante (F/M/J) mostram um cenário misto: Nova Délhi e Hyderabad lideram com prazos de um a dois meses, enquanto Mumbai registra cerca de três meses. Chennai apresenta a menor média publicada para vistos de visitante — cerca de seis semanas —, mas não divulga as datas das próximas vagas, deixando os candidatos na expectativa de cancelamentos ao atualizarem o portal.
Para empresas indianas que transferem funcionários para os EUA, essas diferenças estão forçando escolhas estratégicas. Transferências internas são cada vez mais direcionadas via Mumbai, mesmo que o funcionário resida em outra cidade, e as empresas estão prevendo custos de viagem para onde houver a entrevista mais rápida. Consultores alertam que os dados de agendamento são atualizados diariamente; ferramentas de monitoramento e serviços para “capturar” vagas são agora itens comuns nos orçamentos de mobilidade.
A embaixada dos EUA afirma estar no caminho para superar o recorde do ano passado, quando foram emitidos um milhão de vistos para indianos, creditando o aumento de oficiais consulares e turnos aos finais de semana. Mas a demanda continua superando a capacidade. Especialistas recomendam que os candidatos obtenham o recibo do DS-160 o quanto antes, mantenham flexibilidade quanto ao consulado escolhido e considerem a elegibilidade para isenção de entrevista em renovações, para evitar as filas mais longas.
Fonte: The Times of India