
A saga do Royal Mint Court, em Londres, pode finalmente chegar ao fim esta semana, com ministros prestes a aprovar a reconstrução da embaixada chinesa no valor de £255 milhões, próxima à Torre de Londres. O impasse que dura uma década no planejamento viu Pequim atrasar os planos de renovação da embaixada britânica em retaliação, criando gargalos na capacidade de emissão de vistos na capital chinesa.
Diplomatas chineses defendem que o complexo para 700 funcionários é essencial para atender à crescente demanda de estudantes e viajantes de negócios do Reino Unido. Autoridades em Pequim vinculam o projeto, em privado, à aprovação recíproca de uma chancelaria britânica modernizada, incluindo a ampliação dos setores de vistos. Empresas britânicas reclamam que as poucas cabines de captura biométrica na atual embaixada, já antiga, fazem com que as vagas para agendamento na alta temporada desapareçam em minutos.
Serviços de segurança levantaram preocupações sobre a proximidade do local com centros de dados sensíveis, mas um acordo — com blindagem adicional e “zonas escuras” de CCTV — parece ter satisfeito o Centro Nacional de Segurança Cibernética. A aprovação do planejamento desencadearia uma construção de dois anos; enquanto isso, um centro temporário para solicitação de vistos poderia ser aberto no leste de Pequim já em setembro de 2026.
Para as empresas, a logística de vistos mais eficiente pode reduzir o tempo de espera para projetos na China, que hoje é de quatro semanas, para menos de dez dias até 2027. Por outro lado, grupos comunitários próximos à Tower Bridge estão preocupados com zonas de buffer para protestos e o trânsito, questões que a Autoridade da Grande Londres afirma que serão tratadas por meio de um plano de mobilidade revisado.
Diplomatas chineses defendem que o complexo para 700 funcionários é essencial para atender à crescente demanda de estudantes e viajantes de negócios do Reino Unido. Autoridades em Pequim vinculam o projeto, em privado, à aprovação recíproca de uma chancelaria britânica modernizada, incluindo a ampliação dos setores de vistos. Empresas britânicas reclamam que as poucas cabines de captura biométrica na atual embaixada, já antiga, fazem com que as vagas para agendamento na alta temporada desapareçam em minutos.
Serviços de segurança levantaram preocupações sobre a proximidade do local com centros de dados sensíveis, mas um acordo — com blindagem adicional e “zonas escuras” de CCTV — parece ter satisfeito o Centro Nacional de Segurança Cibernética. A aprovação do planejamento desencadearia uma construção de dois anos; enquanto isso, um centro temporário para solicitação de vistos poderia ser aberto no leste de Pequim já em setembro de 2026.
Para as empresas, a logística de vistos mais eficiente pode reduzir o tempo de espera para projetos na China, que hoje é de quatro semanas, para menos de dez dias até 2027. Por outro lado, grupos comunitários próximos à Tower Bridge estão preocupados com zonas de buffer para protestos e o trânsito, questões que a Autoridade da Grande Londres afirma que serão tratadas por meio de um plano de mobilidade revisado.
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