
O presidente da Brand USA, Fred Dixon, afirmou a repórteres em Bengaluru, no dia 22 de janeiro, que a Índia se tornou o segundo maior mercado internacional para os Estados Unidos, com um aumento de 40% na chegada de visitantes em comparação a 2019 (economictimes.indiatimes.com). Mais de dois milhões de indianos viajaram para os EUA em 2025, ultrapassando o Reino Unido pela primeira vez na segunda posição.
Esse crescimento é impulsionado pelo aumento da renda disponível, pela popularidade das férias prolongadas com aluguel de carro e pela expectativa de eventos marcantes, como a Copa do Mundo FIFA de 2026 e o 250º aniversário da independência americana. Os viajantes indianos também estão explorando além dos destinos tradicionais, como Nova York e São Francisco, chegando a cidades secundárias no Meio-Oeste e em estados montanhosos, estimulados pela ampliação dos voos e por campanhas agressivas de marketing turístico.
Para os planejadores de mobilidade corporativa, essa tendência significa maior concorrência por assentos na classe executiva em voos diretos Índia-EUA durante a alta temporada, já que a demanda de lazer ocupa as cabines premium. As empresas podem precisar garantir passagens com antecedência ou optar por rotas via Europa ou Golfo. Hotéis americanos em polos tecnológicos como Austin e Raleigh registram crescimento de dois dígitos nos gastos corporativos indianos, indicando que as empresas devem renegociar tarifas baseadas em volume.
Esses números surgem mesmo com longos tempos de espera para vistos, evidenciando um paradoxo: a demanda cresce apesar dos gargalos consulares. Analistas da U.S. Travel Association afirmam que, se o atraso nas entrevistas fosse reduzido para menos de 60 dias, as chegadas indianas poderiam ultrapassar três milhões até 2027, gerando US$ 4 bilhões extras em receita de exportação para os EUA.
Entidades indianas de turismo receptivo celebraram a marca, mas pedem que Washington restabeleça as opções de renovação doméstica para vistos H-1B e B-1/B-2 para manter o ritmo. Enquanto isso, gestores de viagens devem acompanhar os prazos para agendamento de vistos em Mumbai e Hyderabad e considerar solicitar vagas prioritárias vinculadas a convites para conferências ou início de projetos críticos.
Esse crescimento é impulsionado pelo aumento da renda disponível, pela popularidade das férias prolongadas com aluguel de carro e pela expectativa de eventos marcantes, como a Copa do Mundo FIFA de 2026 e o 250º aniversário da independência americana. Os viajantes indianos também estão explorando além dos destinos tradicionais, como Nova York e São Francisco, chegando a cidades secundárias no Meio-Oeste e em estados montanhosos, estimulados pela ampliação dos voos e por campanhas agressivas de marketing turístico.
Para os planejadores de mobilidade corporativa, essa tendência significa maior concorrência por assentos na classe executiva em voos diretos Índia-EUA durante a alta temporada, já que a demanda de lazer ocupa as cabines premium. As empresas podem precisar garantir passagens com antecedência ou optar por rotas via Europa ou Golfo. Hotéis americanos em polos tecnológicos como Austin e Raleigh registram crescimento de dois dígitos nos gastos corporativos indianos, indicando que as empresas devem renegociar tarifas baseadas em volume.
Esses números surgem mesmo com longos tempos de espera para vistos, evidenciando um paradoxo: a demanda cresce apesar dos gargalos consulares. Analistas da U.S. Travel Association afirmam que, se o atraso nas entrevistas fosse reduzido para menos de 60 dias, as chegadas indianas poderiam ultrapassar três milhões até 2027, gerando US$ 4 bilhões extras em receita de exportação para os EUA.
Entidades indianas de turismo receptivo celebraram a marca, mas pedem que Washington restabeleça as opções de renovação doméstica para vistos H-1B e B-1/B-2 para manter o ritmo. Enquanto isso, gestores de viagens devem acompanhar os prazos para agendamento de vistos em Mumbai e Hyderabad e considerar solicitar vagas prioritárias vinculadas a convites para conferências ou início de projetos críticos.
Fonte: The Economic Times