
Em uma operação separada, pouco mais de 24 horas após o caso das cápsulas de cocaína, agentes da Força de Fronteira Australiana (ABF) detiveram, em 24 de janeiro, uma mulher de 32 anos, do oeste de Sydney, que chegava da África do Sul, após imagens de raio-x revelarem anomalias em suas duas malas. Dentro delas, teriam sido encontrados 39 kg de metanfetamina embalados a vácuo – quantidade suficiente para 390 mil doses de rua, com valor estimado em 36,7 milhões de dólares australianos.
A mulher foi acusada, em 25 de janeiro, de importar e possuir uma quantidade comercial de droga controlada na fronteira. O delegado da Polícia Federal Australiana (AFP), Morgan Blunden, afirmou que essa foi a sétima apreensão de “mula” de drogas em aeroportos australianos “em poucos dias”, indicando que os traficantes estão testando novas rotas antes do movimentado fim de semana do Dia da Austrália.
A ABF informa que está intensificando a colaboração com as equipes de segurança das companhias aéreas e orientou os operadores de solo a ficarem atentos a passageiros com bagagens incomumente pesadas ou com cheiro químico. Profissionais de mobilidade que realocam funcionários de regiões de maior risco devem considerar possíveis atrasos nas bagagens para inspeções secundárias e lembrar os viajantes que testes aleatórios de swab são rotina.
O caso também evidencia o efeito cascata regulatório: despachantes que lidam com pertences pessoais desacompanhados vindos da África do Sul podem esperar um aumento na frequência das inspeções pelo menos no próximo trimestre, enquanto empregadores que patrocinam missões de mobilidade de curto prazo terão seus candidatos a visto questionados com mais detalhes sobre o histórico de viagens, especialmente se os itinerários incluírem Joanesburgo ou Cidade do Cabo.
Analistas do setor destacam que a apreensão ocorre enquanto o governo federal prepara o Projeto de Lei de Emenda à Segurança da Aviação de 2026, que ampliará o programa público de denúncias AirportWatch, citado pela AFP em seu comunicado após a prisão.
A mulher foi acusada, em 25 de janeiro, de importar e possuir uma quantidade comercial de droga controlada na fronteira. O delegado da Polícia Federal Australiana (AFP), Morgan Blunden, afirmou que essa foi a sétima apreensão de “mula” de drogas em aeroportos australianos “em poucos dias”, indicando que os traficantes estão testando novas rotas antes do movimentado fim de semana do Dia da Austrália.
A ABF informa que está intensificando a colaboração com as equipes de segurança das companhias aéreas e orientou os operadores de solo a ficarem atentos a passageiros com bagagens incomumente pesadas ou com cheiro químico. Profissionais de mobilidade que realocam funcionários de regiões de maior risco devem considerar possíveis atrasos nas bagagens para inspeções secundárias e lembrar os viajantes que testes aleatórios de swab são rotina.
O caso também evidencia o efeito cascata regulatório: despachantes que lidam com pertences pessoais desacompanhados vindos da África do Sul podem esperar um aumento na frequência das inspeções pelo menos no próximo trimestre, enquanto empregadores que patrocinam missões de mobilidade de curto prazo terão seus candidatos a visto questionados com mais detalhes sobre o histórico de viagens, especialmente se os itinerários incluírem Joanesburgo ou Cidade do Cabo.
Analistas do setor destacam que a apreensão ocorre enquanto o governo federal prepara o Projeto de Lei de Emenda à Segurança da Aviação de 2026, que ampliará o programa público de denúncias AirportWatch, citado pela AFP em seu comunicado após a prisão.
Fonte: Mirage News
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