
Viagens de negócios pelo terceiro maior centro aéreo interno do Brasil pararam em 29 de janeiro, quando fortes tempestades alagaram as pistas do Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte. Segundo o telejornal MG1 da TV Globo, o aeroporto suspendeu todas as operações por cerca de duas horas, causando uma série de atrasos e cancelamentos em rotas domésticas importantes para São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Embora a paralisação tenha terminado antes do meio-dia, as operações das companhias aéreas levaram a tarde toda para se normalizar. A Azul cancelou nove voos e realocou passageiros via Pampulha e Uberlândia, enquanto a LATAM registrou conexões perdidas que deixaram viajantes presos, especialmente aqueles com voos internacionais de conexão. A operadora do aeroporto, BH Airport, reforçou o quadro de funcionários na imigração e na alfândega para agilizar o atendimento aos passageiros remarcados, mas as filas nos pontos de táxi chegaram a mais de 200 metros após a retomada dos serviços.
Para os gestores de mobilidade, o episódio reforça a necessidade de atenção à volatilidade climática da temporada de chuvas em Minas Gerais, região estratégica para os setores de mineração e automotivo. Empresas com colaboradores em missões urgentes são aconselhadas a manter blocos de hotéis próximos ao aeroporto e incluir dias extras de margem nos contratos de trabalho durante o período chuvoso de janeiro a março.
As normas da ANAC exigem que as companhias ofereçam hospedagem em atrasos superiores a quatro horas; no entanto, na prática, os vouchers se esgotaram rapidamente, gerando reclamações nas redes sociais. Passageiros podem solicitar reembolso pelo site Consumidor.gov.br em até sete dias.
O BH Airport anunciou que antecipará as melhorias no sistema de drenagem, inicialmente previstas para abril, após inspeções identificarem ralos entupidos nas pistas de taxiamento. A concessionária afirma que a correção deve aumentar em 15% a capacidade do aeroporto de operar durante chuvas intensas.
Embora a paralisação tenha terminado antes do meio-dia, as operações das companhias aéreas levaram a tarde toda para se normalizar. A Azul cancelou nove voos e realocou passageiros via Pampulha e Uberlândia, enquanto a LATAM registrou conexões perdidas que deixaram viajantes presos, especialmente aqueles com voos internacionais de conexão. A operadora do aeroporto, BH Airport, reforçou o quadro de funcionários na imigração e na alfândega para agilizar o atendimento aos passageiros remarcados, mas as filas nos pontos de táxi chegaram a mais de 200 metros após a retomada dos serviços.
Para os gestores de mobilidade, o episódio reforça a necessidade de atenção à volatilidade climática da temporada de chuvas em Minas Gerais, região estratégica para os setores de mineração e automotivo. Empresas com colaboradores em missões urgentes são aconselhadas a manter blocos de hotéis próximos ao aeroporto e incluir dias extras de margem nos contratos de trabalho durante o período chuvoso de janeiro a março.
As normas da ANAC exigem que as companhias ofereçam hospedagem em atrasos superiores a quatro horas; no entanto, na prática, os vouchers se esgotaram rapidamente, gerando reclamações nas redes sociais. Passageiros podem solicitar reembolso pelo site Consumidor.gov.br em até sete dias.
O BH Airport anunciou que antecipará as melhorias no sistema de drenagem, inicialmente previstas para abril, após inspeções identificarem ralos entupidos nas pistas de taxiamento. A concessionária afirma que a correção deve aumentar em 15% a capacidade do aeroporto de operar durante chuvas intensas.
Fonte: MG1 / TV Globo
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