
O Ministro Federal do Interior, Alexander Dobrindt, apresentou um “plano de emprego imediato” que permitiria à maioria dos requerentes de asilo trabalhar três meses após a chegada, independentemente de ainda estarem alojados nos centros de recepção iniciais. Atualmente, muitos solicitantes de asilo esperam muito mais tempo, pois a obrigação de permanecer no centro de residência impede que aceitem empregos mesmo quando os escritórios locais de emprego aprovam seus pedidos.
Economistas do Instituto Ifo afirmam que a medida poderia adicionar dezenas de milhares de trabalhadores ao encolhido mercado de talentos da Alemanha e reduzir os gastos com assistência social. Associações empresariais receberam o plano com entusiasmo, destacando que os setores da construção, hotelaria e cuidados já estão anunciando vagas mais rápido do que conseguem preenchê-las.
No entanto, organizações de refugiados e o partido Verde argumentam que os recentes cortes nos cursos de integração financiados pelo governo vão diminuir o impacto da proposta, e que as exceções previstas no texto – por exemplo, para requerentes de países considerados “seguros” – podem excluir a maioria dos novos chegados. Eles também ressaltam que o emprego não influenciará as decisões de asilo, o que pode desestimular as empresas a investirem em treinamento.
Se aprovada, a reforma aproximaria a Alemanha dos países vizinhos Dinamarca e Holanda, que suspenderam as proibições de trabalho precocemente para aliviar a escassez de mão de obra. Equipes de mobilidade devem acompanhar as deliberações parlamentares: o acesso mais rápido à autorização de trabalho facilitaria a contratação de requerentes de asilo em contratos locais, mas também pode desencadear novas verificações de conformidade relacionadas ao salário mínimo e ao registro na seguridade social.
Economistas do Instituto Ifo afirmam que a medida poderia adicionar dezenas de milhares de trabalhadores ao encolhido mercado de talentos da Alemanha e reduzir os gastos com assistência social. Associações empresariais receberam o plano com entusiasmo, destacando que os setores da construção, hotelaria e cuidados já estão anunciando vagas mais rápido do que conseguem preenchê-las.
No entanto, organizações de refugiados e o partido Verde argumentam que os recentes cortes nos cursos de integração financiados pelo governo vão diminuir o impacto da proposta, e que as exceções previstas no texto – por exemplo, para requerentes de países considerados “seguros” – podem excluir a maioria dos novos chegados. Eles também ressaltam que o emprego não influenciará as decisões de asilo, o que pode desestimular as empresas a investirem em treinamento.
Se aprovada, a reforma aproximaria a Alemanha dos países vizinhos Dinamarca e Holanda, que suspenderam as proibições de trabalho precocemente para aliviar a escassez de mão de obra. Equipes de mobilidade devem acompanhar as deliberações parlamentares: o acesso mais rápido à autorização de trabalho facilitaria a contratação de requerentes de asilo em contratos locais, mas também pode desencadear novas verificações de conformidade relacionadas ao salário mínimo e ao registro na seguridade social.
Fonte: The Local Germany