
O Ministério da Justiça da Coreia do Sul confirmou em 25 de fevereiro que vai ampliar seu esquema provisório de isenção de visto para grupos turísticos — que já permite que cidadãos chineses visitem o país por até 15 dias, desde que entrem como parte de um pacote aprovado — incluindo agora a Indonésia na lista de nacionalidades elegíveis e estendendo o programa até 30 de junho de 2026. O anúncio vem após uma forte recuperação no número de visitantes durante o Ano Novo Lunar: Seul registrou gastos de turistas chineses no valor de 319 milhões de dólares entre 15 e 23 de fevereiro, consolidando a China novamente como seu principal mercado emissor.
Com o programa ampliado, os viajantes chineses poderão se deslocar livremente pelo país após a entrada, desde que saiam com o mesmo grupo turístico. As exigências individuais de visto — e o obrigatório K-ETA para a maioria das outras nacionalidades isentas de visto — permanecem inalteradas. Para as equipes de mobilidade corporativa, a medida reduz obstáculos para viagens de incentivo, reuniões com revendedores e visitas técnicas curtas que podem ser organizadas como roteiros em grupo.
No entanto, os gestores de viagens devem ficar atentos à capacidade: as companhias aéreas chinesas ainda não retomaram totalmente o número de assentos pré-pandemia, e os operadores de pacotes alertam para a disponibilidade limitada durante a temporada das cerejeiras em flor, em março. Empregadores que enviam funcionários para roteiros por vários países também devem considerar que o carimbo coreano conta para o limite de 90 dias na regra “90/180” ao estilo Schengen, aplicada por Japão e Taiwan, o que pode restringir viagens subsequentes caso o período completo de duas semanas seja utilizado na Coreia.
O ministério afirmou que está monitorando as taxas de permanência irregular e pode endurecer as regras caso haja descumprimento — um lembrete de que os viajantes devem sair conforme o cronograma e manter impressos os manifestos do grupo para as verificações de imigração na saída.
Com o programa ampliado, os viajantes chineses poderão se deslocar livremente pelo país após a entrada, desde que saiam com o mesmo grupo turístico. As exigências individuais de visto — e o obrigatório K-ETA para a maioria das outras nacionalidades isentas de visto — permanecem inalteradas. Para as equipes de mobilidade corporativa, a medida reduz obstáculos para viagens de incentivo, reuniões com revendedores e visitas técnicas curtas que podem ser organizadas como roteiros em grupo.
No entanto, os gestores de viagens devem ficar atentos à capacidade: as companhias aéreas chinesas ainda não retomaram totalmente o número de assentos pré-pandemia, e os operadores de pacotes alertam para a disponibilidade limitada durante a temporada das cerejeiras em flor, em março. Empregadores que enviam funcionários para roteiros por vários países também devem considerar que o carimbo coreano conta para o limite de 90 dias na regra “90/180” ao estilo Schengen, aplicada por Japão e Taiwan, o que pode restringir viagens subsequentes caso o período completo de duas semanas seja utilizado na Coreia.
O ministério afirmou que está monitorando as taxas de permanência irregular e pode endurecer as regras caso haja descumprimento — um lembrete de que os viajantes devem sair conforme o cronograma e manter impressos os manifestos do grupo para as verificações de imigração na saída.
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