
O Sistema Biométrico de Entrada/Saída (EES) da UE entrou em operação total no dia 11 de abril, bloqueando imediatamente “milhares” de viajantes com estadias prolongadas ou dados inconsistentes, segundo o blog local Tala News, citando análises da KNews. Importante destacar que Chipre – junto com a Irlanda – ainda não faz parte da implementação do EES, portanto, os voos de e para Larnaca e Pafos continuam utilizando carimbos manuais nos passaportes.
Embora as manchetes sobre passageiros retidos nos principais aeroportos do espaço Schengen tenham gerado preocupação entre residentes e empresas cipriotas, o Ministério do Interior confirmou que os postos fronteiriços de Chipre manterão os procedimentos tradicionais até a conclusão da integração técnica, prevista para o final de 2026. Isso oferece uma margem temporária para os empregadores, mas também um prazo apertado para atualizar os protocolos de conformidade.
Para os trabalhadores transfronteiriços e equipes de projetos, o principal risco agora está nas conexões seguintes. Um funcionário não pertencente à UE que voar Larnaca–Atenas–Paris terá suas impressões digitais capturadas em Atenas; se esse mesmo funcionário reentrar posteriormente por outro ponto com dados inconsistentes, os portões automáticos podem sinalizar uma estadia irregular.
As equipes de mobilidade devem, portanto, começar a registrar com precisão os horários de entrada e saída no espaço Schengen, mesmo que Chipre ainda esteja fora do sistema. Advogados especializados em imigração recomendam converter os antigos comprovantes de residência MEU 2/3 em cartões biométricos bem antes do prazo final de 3 de agosto de 2026, anunciado pelas autoridades, já que documentos não biométricos podem gerar verificações adicionais quando Chipre finalmente integrar o EES e o ETIAS.
Pontos de ação: auditar a validade dos passaportes dos funcionários, agendar cedo a conversão dos cartões de residência (os agendamentos para imigração em Pafos já estão com espera de 3 a 4 meses) e orientar os viajantes sobre os tempos maiores de conexão nos aeroportos Schengen.
Embora as manchetes sobre passageiros retidos nos principais aeroportos do espaço Schengen tenham gerado preocupação entre residentes e empresas cipriotas, o Ministério do Interior confirmou que os postos fronteiriços de Chipre manterão os procedimentos tradicionais até a conclusão da integração técnica, prevista para o final de 2026. Isso oferece uma margem temporária para os empregadores, mas também um prazo apertado para atualizar os protocolos de conformidade.
Para os trabalhadores transfronteiriços e equipes de projetos, o principal risco agora está nas conexões seguintes. Um funcionário não pertencente à UE que voar Larnaca–Atenas–Paris terá suas impressões digitais capturadas em Atenas; se esse mesmo funcionário reentrar posteriormente por outro ponto com dados inconsistentes, os portões automáticos podem sinalizar uma estadia irregular.
As equipes de mobilidade devem, portanto, começar a registrar com precisão os horários de entrada e saída no espaço Schengen, mesmo que Chipre ainda esteja fora do sistema. Advogados especializados em imigração recomendam converter os antigos comprovantes de residência MEU 2/3 em cartões biométricos bem antes do prazo final de 3 de agosto de 2026, anunciado pelas autoridades, já que documentos não biométricos podem gerar verificações adicionais quando Chipre finalmente integrar o EES e o ETIAS.
Pontos de ação: auditar a validade dos passaportes dos funcionários, agendar cedo a conversão dos cartões de residência (os agendamentos para imigração em Pafos já estão com espera de 3 a 4 meses) e orientar os viajantes sobre os tempos maiores de conexão nos aeroportos Schengen.
Fonte: Tala News / KNews
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