
Com a previsão de aumento no número de visitantes durante o feriado de cinco dias do Dia do Trabalho na China, o Conselho da Indústria de Turismo de Hong Kong (TIC) divulgou um plano inédito de gestão de tráfego que abrange 14 dos pontos turísticos mais populares da cidade. As medidas — elaboradas em conjunto com o Departamento de Transportes, a Polícia e os operadores das atrações — serão aplicadas de 1º a 5 de maio e têm como objetivo evitar que ônibus turísticos, carros de transporte por aplicativo e veículos particulares causem congestionamentos nas vias de acesso estreitas.
Os principais pontos críticos incluem The Peak, o Templo Wong Tai Sin, o Mercado Stanley e a vila de pescadores Tai O, onde haverá reserva de horários para os ônibus turísticos, limite de tempo para espera em áreas de parada e, em alguns casos, circulação em mão única. Motoristas de ônibus que chegarem com antecedência serão direcionados para áreas temporárias de espera em Kwai Chung e Kai Tak, para reduzir o tempo de parada nas ruas.
A MTR Corporation vai aumentar o número de trens nos horários de pico nas linhas Island e Tung Chung, enquanto as empresas de ônibus autorizadas oferecerão serviços extras de ônibus de dois andares abertos para dispersar as multidões. O TIC recomenda que os operadores turísticos escalonem os roteiros e comprem antecipadamente os ingressos para as atrações, a fim de evitar congestionamentos ao meio-dia.
Os hotéis locais foram orientados a fornecer dados em tempo real sobre a ocupação, para que o conselho possa redirecionar os visitantes de um dia para áreas menos congestionadas. Um painel ao vivo, acessível pelo portal do TIC, mostrará a disponibilidade de cotas para ônibus, avisos de fechamento de ruas e a densidade esperada de pedestres em cada atração.
Para os gestores de mobilidade corporativa, as restrições significam que grupos de incentivo e executivos visitantes podem precisar ajustar os horários das reuniões ou substituir o transporte de ônibus pelo metrô. Empresas que organizam conferências regionais em Central são aconselhadas a considerar possíveis atrasos para os passeios no Peak Tram e para os transfers a restaurantes.
O plano de gestão de tráfego também serve como um teste para o 30º aniversário da transferência de Hong Kong, no próximo ano, quando as autoridades esperam que o número de visitantes supere o recorde de 65 milhões registrado em 2018.
Os principais pontos críticos incluem The Peak, o Templo Wong Tai Sin, o Mercado Stanley e a vila de pescadores Tai O, onde haverá reserva de horários para os ônibus turísticos, limite de tempo para espera em áreas de parada e, em alguns casos, circulação em mão única. Motoristas de ônibus que chegarem com antecedência serão direcionados para áreas temporárias de espera em Kwai Chung e Kai Tak, para reduzir o tempo de parada nas ruas.
A MTR Corporation vai aumentar o número de trens nos horários de pico nas linhas Island e Tung Chung, enquanto as empresas de ônibus autorizadas oferecerão serviços extras de ônibus de dois andares abertos para dispersar as multidões. O TIC recomenda que os operadores turísticos escalonem os roteiros e comprem antecipadamente os ingressos para as atrações, a fim de evitar congestionamentos ao meio-dia.
Os hotéis locais foram orientados a fornecer dados em tempo real sobre a ocupação, para que o conselho possa redirecionar os visitantes de um dia para áreas menos congestionadas. Um painel ao vivo, acessível pelo portal do TIC, mostrará a disponibilidade de cotas para ônibus, avisos de fechamento de ruas e a densidade esperada de pedestres em cada atração.
Para os gestores de mobilidade corporativa, as restrições significam que grupos de incentivo e executivos visitantes podem precisar ajustar os horários das reuniões ou substituir o transporte de ônibus pelo metrô. Empresas que organizam conferências regionais em Central são aconselhadas a considerar possíveis atrasos para os passeios no Peak Tram e para os transfers a restaurantes.
O plano de gestão de tráfego também serve como um teste para o 30º aniversário da transferência de Hong Kong, no próximo ano, quando as autoridades esperam que o número de visitantes supere o recorde de 65 milhões registrado em 2018.
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