
Em decisão histórica anunciada em 19 de junho de 2026, o comitê responsável por implementar as diretrizes do Presidente confirmou a aprovação da cidadania dos Emirados Árabes Unidos para 309 crianças nascidas de mães emiradenses e pais estrangeiros. A medida faz parte de uma estratégia mais ampla de Emiratização iniciada em 2017, quando os Emirados criaram pela primeira vez um caminho legal para que filhos de mulheres emiradenses pudessem obter a nacionalidade. Até então, a cidadania era transmitida quase exclusivamente pela linha paterna.
Segundo autoridades, o último grupo de aprovações segue rigorosas verificações de segurança e antecedentes realizadas pelo Ministério do Interior em cooperação com a Autoridade Federal de Identidade, Cidadania, Alfândega e Segurança Portuária (ICP). A cidadania garante uma série de benefícios, incluindo acesso gratuito à educação pública e saúde, direito à propriedade de terras e imóveis em qualquer emirado, além da elegibilidade para o cobiçado passaporte dos Emirados Árabes Unidos.
Do ponto de vista da mobilidade global, a mudança também facilita a gestão de patrocínios para dependentes por parte de empregadores multinacionais, já que os recém-naturalizados não precisarão mais de vistos de residência vinculados ao visto de trabalho dos pais ou responsáveis. Analistas destacam que as aprovações recentes coincidem com os objetivos demográficos mais amplos dos Emirados, onde os nacionais representam atualmente cerca de 11% da população; aumentar essa proporção é considerado fundamental para a coesão social a longo prazo.
Empregadores devem, portanto, esperar ajustes contínuos nas políticas que favoreçam famílias de nacionalidades mistas e simplifiquem os caminhos para o status permanente. Na prática, as equipes de RH devem revisar listas de funcionários que incluam filhos de mães emiradenses ainda com vistos de dependentes ou estudantes, pois esses indivíduos podem agora ser elegíveis para converter sua situação para cidadania, eliminando custos futuros de renovação de visto e facilitando viagens internacionais.
Segundo autoridades, o último grupo de aprovações segue rigorosas verificações de segurança e antecedentes realizadas pelo Ministério do Interior em cooperação com a Autoridade Federal de Identidade, Cidadania, Alfândega e Segurança Portuária (ICP). A cidadania garante uma série de benefícios, incluindo acesso gratuito à educação pública e saúde, direito à propriedade de terras e imóveis em qualquer emirado, além da elegibilidade para o cobiçado passaporte dos Emirados Árabes Unidos.
Do ponto de vista da mobilidade global, a mudança também facilita a gestão de patrocínios para dependentes por parte de empregadores multinacionais, já que os recém-naturalizados não precisarão mais de vistos de residência vinculados ao visto de trabalho dos pais ou responsáveis. Analistas destacam que as aprovações recentes coincidem com os objetivos demográficos mais amplos dos Emirados, onde os nacionais representam atualmente cerca de 11% da população; aumentar essa proporção é considerado fundamental para a coesão social a longo prazo.
Empregadores devem, portanto, esperar ajustes contínuos nas políticas que favoreçam famílias de nacionalidades mistas e simplifiquem os caminhos para o status permanente. Na prática, as equipes de RH devem revisar listas de funcionários que incluam filhos de mães emiradenses ainda com vistos de dependentes ou estudantes, pois esses indivíduos podem agora ser elegíveis para converter sua situação para cidadania, eliminando custos futuros de renovação de visto e facilitando viagens internacionais.
Fonte: The Gulf Time