
A Administração Nacional de Imigração da China (NIA) revelou em 26 de junho que os agentes de imigração e alfândega já desmantelaram 186 casos de tráfico de drogas em portos terrestres, marítimos e aéreos neste ano. As apreensões – totalizando 4,07 toneladas de narcóticos – superam o volume interceptado em todo o ano de 2025 e incluem 45 casos “mega”, com cargas superiores a 10 kg cada. As autoridades informaram que 243 suspeitos foram detidos até agora, muitos deles entregadores estrangeiros recrutados por sindicatos transnacionais. A NIA atribui o aumento nas apreensões à implementação de um novo sistema de perfil de risco que integra dados de passageiros, manifestos de carga e inteligência de fontes abertas em tempo real. A plataforma identifica anomalias – como compras de passagens de última hora ou discrepâncias entre a ocupação declarada do viajante e seu itinerário – permitindo que os agentes façam inspeções secundárias antes da liberação pelo canal verde.
Embora o anúncio reforce a determinação da China em manter drogas ilícitas fora de seu mercado consumidor em expansão, ele também traz consequências práticas para multinacionais que movimentam funcionários ou mercadorias pelo país. Equipes de compliance e mobilidade devem esperar filas maiores em pontos de inspeção de alto risco, como a fronteira Shenzhen-Huanggang e o centro ferroviário de Kunming, além de prever mais tempo para rotações de tripulação e entregas de peças AOG (aeronave no solo) que passam por zonas alfandegadas. A NIA afirmou que intensificará patrulhas conjuntas nas áreas fronteiriças do Triângulo Dourado com Mianmar e Laos, além de aprofundar o compartilhamento de inteligência com parceiros da ASEAN. Empresas de logística foram orientadas a aprimorar a verificação da integridade dos lacres dos contêineres e a familiarizar motoristas com as novas regras de “relatório sob solicitação”, que permitem à alfândega abrir caminhões lacrados a até 100 km da fronteira.
Para gestores de mobilidade corporativa, a mensagem é clara: documentar cadeias de custódia, fornecer aos viajantes cartas de missão detalhando funções e rotas, e lembrar os funcionários de que testes rápidos de saliva rotineiros agora fazem parte das inspeções aleatórias em vários aeroportos, incluindo Guangzhou Baiyun e Beijing Daxing.
Embora o anúncio reforce a determinação da China em manter drogas ilícitas fora de seu mercado consumidor em expansão, ele também traz consequências práticas para multinacionais que movimentam funcionários ou mercadorias pelo país. Equipes de compliance e mobilidade devem esperar filas maiores em pontos de inspeção de alto risco, como a fronteira Shenzhen-Huanggang e o centro ferroviário de Kunming, além de prever mais tempo para rotações de tripulação e entregas de peças AOG (aeronave no solo) que passam por zonas alfandegadas. A NIA afirmou que intensificará patrulhas conjuntas nas áreas fronteiriças do Triângulo Dourado com Mianmar e Laos, além de aprofundar o compartilhamento de inteligência com parceiros da ASEAN. Empresas de logística foram orientadas a aprimorar a verificação da integridade dos lacres dos contêineres e a familiarizar motoristas com as novas regras de “relatório sob solicitação”, que permitem à alfândega abrir caminhões lacrados a até 100 km da fronteira.
Para gestores de mobilidade corporativa, a mensagem é clara: documentar cadeias de custódia, fornecer aos viajantes cartas de missão detalhando funções e rotas, e lembrar os funcionários de que testes rápidos de saliva rotineiros agora fazem parte das inspeções aleatórias em vários aeroportos, incluindo Guangzhou Baiyun e Beijing Daxing.
Fonte: China Daily / Sina
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