
Agentes da Alfândega de Hong Kong no ponto de controle Lok Ma Chau Spur Line interceptaram, em 3 de julho, um viajante de 59 anos vindo da China continental após imagens de raio-X levantarem suspeitas sobre o conteúdo de sua bolsa de ombro. Dentro dela, foi encontrado um poodle toy vivo avaliado em cerca de HK$19.000. O passageiro foi detido por suspeita de importação ilegal de animal, e o caso foi encaminhado ao Departamento de Agricultura, Pescas e Conservação para avaliação de quarentena.
De acordo com o Regulamento da Raiva, a importação de qualquer animal sem permissão prévia pode resultar em multas de até HK$50.000 e pena de até um ano de prisão. Este é o segundo caso de contrabando de cães detectado neste verão, coincidindo com o aumento das viagens transfronteiriças de animais de estimação após a pandemia, à medida que os moradores de Hong Kong retomam visitas de fim de semana a Shenzhen.
Especialistas em relocação de pets afirmam que a confusão ocorre porque cidades do continente, como Shenzhen, permitem verificações simplificadas de vacinação, enquanto Hong Kong mantém o status ‘Categoria I’ da Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH) para raiva, que exige licenciamento prévio, microchipagem e quarentena de 30 dias antes da chegada no local de origem.
“Os donos assumem que um cachorro pequeno de colo pode ser declarado na chegada, mas as regras de Hong Kong são rigorosas”, destacou Billy Ng, diretor da Wag-On Relocations. Programas corporativos de relocação também são impactados. Executivos que trazem pets para missões de longo prazo geralmente planejam com seis meses de antecedência, mas funcionários em transferências de curto prazo podem esquecer os prazos para obtenção de permissões quando viajam de última hora.
Fornecedores de mobilidade recomendam incluir um ‘checklist para mudança de pets’ nos kits de integração, especificando certificados de vacinação, prazos para sorologia e logística porta a porta. A Alfândega informou que continuará realizando inspeções aleatórias em todos os pontos de controle e incentivou o público a denunciar suspeitas de contrabando de animais pelo telefone 24 horas.
Os viajantes devem solicitar online a ‘Permissão Especial para Importação de Animais e Aves’ com pelo menos 30 dias de antecedência e reservar vagas em quarentena aprovadas pelo governo, quando necessário.
De acordo com o Regulamento da Raiva, a importação de qualquer animal sem permissão prévia pode resultar em multas de até HK$50.000 e pena de até um ano de prisão. Este é o segundo caso de contrabando de cães detectado neste verão, coincidindo com o aumento das viagens transfronteiriças de animais de estimação após a pandemia, à medida que os moradores de Hong Kong retomam visitas de fim de semana a Shenzhen.
Especialistas em relocação de pets afirmam que a confusão ocorre porque cidades do continente, como Shenzhen, permitem verificações simplificadas de vacinação, enquanto Hong Kong mantém o status ‘Categoria I’ da Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH) para raiva, que exige licenciamento prévio, microchipagem e quarentena de 30 dias antes da chegada no local de origem.
“Os donos assumem que um cachorro pequeno de colo pode ser declarado na chegada, mas as regras de Hong Kong são rigorosas”, destacou Billy Ng, diretor da Wag-On Relocations. Programas corporativos de relocação também são impactados. Executivos que trazem pets para missões de longo prazo geralmente planejam com seis meses de antecedência, mas funcionários em transferências de curto prazo podem esquecer os prazos para obtenção de permissões quando viajam de última hora.
Fornecedores de mobilidade recomendam incluir um ‘checklist para mudança de pets’ nos kits de integração, especificando certificados de vacinação, prazos para sorologia e logística porta a porta. A Alfândega informou que continuará realizando inspeções aleatórias em todos os pontos de controle e incentivou o público a denunciar suspeitas de contrabando de animais pelo telefone 24 horas.
Os viajantes devem solicitar online a ‘Permissão Especial para Importação de Animais e Aves’ com pelo menos 30 dias de antecedência e reservar vagas em quarentena aprovadas pelo governo, quando necessário.
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