
O Primeiro-Ministro Pedro Sánchez viajará para La Línea de la Concepción no dia 13 de julho, antes da cerimônia de inauguração de um novo tratado UE-Reino Unido que integrará Gibraltar à área Schengen. Segundo o The Olive Press, a fronteira terrestre — que afeta 15.000 trabalhadores transfronteiriços diariamente — será desmantelada fisicamente dois dias depois, com os controles de passaporte sendo transferidos para o Aeroporto Internacional de Gibraltar.
De acordo com o acordo, agentes da Policía Nacional, inicialmente apoiados pela Frontex, operarão o Sistema Biométrico de Entrada/Saída (SES) da UE dentro do aeroporto. Viajantes provenientes de países fora do espaço Schengen terão que registrar impressões digitais e imagens faciais na entrada, enquanto aqueles que cruzarem a pé ou por via terrestre poderão circular livremente — seguindo o modelo dos países Schengen.
Empresas de ambos os lados da fronteira esperam que a redução do congestionamento aumente a flexibilidade na contratação e o comércio no mesmo dia, embora a transferência dos controles para o aeroporto signifique que os passageiros aéreos enfrentarão quiosques do SES, semelhantes aos que estão sendo implementados na Espanha continental. As ligações de ferry com Marrocos foram suspensas para simplificar a transição nos primeiros meses de operação.
O simbolismo político é significativo: a integração de Gibraltar ao Schengen ocorre após décadas de tensões sobre soberania e segue a recente decisão da Espanha de retirar Gibraltar da sua lista negra de paraísos fiscais. Ainda não se sabe se o Reino Unido — atualmente em modo interino após a renúncia do Primeiro-Ministro Keir Starmer — enviará uma delegação para a cerimônia de abertura.
Gestores de mobilidade com funcionários baseados na Costa del Sol ou em Gibraltar devem atualizar as políticas de viagem: os deslocamentos transfronteiriços não exigirão mais carimbos de passaporte, mas voos do Reino Unido para Gibraltar passarão a ser considerados chegadas externas ao Schengen, acionando o registro no SES.
De acordo com o acordo, agentes da Policía Nacional, inicialmente apoiados pela Frontex, operarão o Sistema Biométrico de Entrada/Saída (SES) da UE dentro do aeroporto. Viajantes provenientes de países fora do espaço Schengen terão que registrar impressões digitais e imagens faciais na entrada, enquanto aqueles que cruzarem a pé ou por via terrestre poderão circular livremente — seguindo o modelo dos países Schengen.
Empresas de ambos os lados da fronteira esperam que a redução do congestionamento aumente a flexibilidade na contratação e o comércio no mesmo dia, embora a transferência dos controles para o aeroporto signifique que os passageiros aéreos enfrentarão quiosques do SES, semelhantes aos que estão sendo implementados na Espanha continental. As ligações de ferry com Marrocos foram suspensas para simplificar a transição nos primeiros meses de operação.
O simbolismo político é significativo: a integração de Gibraltar ao Schengen ocorre após décadas de tensões sobre soberania e segue a recente decisão da Espanha de retirar Gibraltar da sua lista negra de paraísos fiscais. Ainda não se sabe se o Reino Unido — atualmente em modo interino após a renúncia do Primeiro-Ministro Keir Starmer — enviará uma delegação para a cerimônia de abertura.
Gestores de mobilidade com funcionários baseados na Costa del Sol ou em Gibraltar devem atualizar as políticas de viagem: os deslocamentos transfronteiriços não exigirão mais carimbos de passaporte, mas voos do Reino Unido para Gibraltar passarão a ser considerados chegadas externas ao Schengen, acionando o registro no SES.
Fonte: The Olive Press
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