
Os Emirados Árabes Unidos lançaram um tão aguardado visto turístico de múltiplas entradas válido por cinco anos, que pode ser obtido sem a necessidade de um patrocinador ou anfitrião local. Anunciado em Dubai no dia 15 de julho, o novo visto é direcionado a visitantes frequentes — especialmente viajantes de negócios, investidores, organizadores de eventos e famílias com vínculos nos Emirados — que antes dependiam de vistos de curta duração ou patrocínios corporativos repetidos.
De acordo com as orientações publicadas pela Direção Geral de Residência e Assuntos de Estrangeiros de Dubai (GDRFA), o documento tem validade de cinco anos a partir da data de emissão e permite entradas ilimitadas, desde que nenhuma estadia ultrapasse 90 dias consecutivos (prorrogáveis uma vez para até 180 dias em um período de 12 meses). Os candidatos devem enviar um extrato bancário dos últimos seis meses com saldo mínimo de US$ 4.000 (ou equivalente), passaporte válido por pelo menos seis meses, comprovante de seguro saúde e passagem de retorno ou continuação de viagem. As taxas somam AED 3.713,50, incluindo um depósito caução reembolsável de AED 3.000.
Advogados especializados em imigração afirmam que essa novidade preenche uma lacuna importante. “Multinacionais que transferem funcionários para projetos nos Emirados frequentemente atingem o limite de 90 dias por ano nos vistos de visita padrão”, destaca Farah Al-Suwaidi, da Fragomen Dubai. “Uma autorização renovável por cinco anos reduz a burocracia e dá às empresas segurança para organizar a rotação de talentos sem precisar de patrocínio de residência integral.”
O visto também reforça a estratégia dos Emirados para se manterem competitivos frente a outras economias centrais — como Singapura e Arábia Saudita — que adotaram políticas de visitação mais flexíveis para atrair conferências, startups e nômades digitais. Para os viajantes, a principal vantagem é a possibilidade de auto-patrocínio. Os portadores podem entrar por qualquer aeroporto ou ponto terrestre/marítimo apresentando a impressão do e-visto e têm liberdade para se hospedar em hotéis, apartamentos alugados ou com familiares.
O visto não concede direito ao trabalho, mas a contratação local pode ser obtida posteriormente por meio da conversão para visto de trabalho ou golden visa, sem necessidade de sair do país. Setores do mercado esperam alta adesão assim que companhias aéreas, operadores turísticos e missões dos Emirados no exterior comecem a divulgar o produto. Empresas de gestão de viagens já estão atualizando suas ferramentas para destacar essa nova opção quando funcionários listam mais de duas viagens futuras aos Emirados.
As autoridades não estabeleceram limite anual para emissões, sinalizando uma política de portas abertas que está alinhada com a meta de Dubai de receber 40 milhões de visitantes por ano até 2031.
De acordo com as orientações publicadas pela Direção Geral de Residência e Assuntos de Estrangeiros de Dubai (GDRFA), o documento tem validade de cinco anos a partir da data de emissão e permite entradas ilimitadas, desde que nenhuma estadia ultrapasse 90 dias consecutivos (prorrogáveis uma vez para até 180 dias em um período de 12 meses). Os candidatos devem enviar um extrato bancário dos últimos seis meses com saldo mínimo de US$ 4.000 (ou equivalente), passaporte válido por pelo menos seis meses, comprovante de seguro saúde e passagem de retorno ou continuação de viagem. As taxas somam AED 3.713,50, incluindo um depósito caução reembolsável de AED 3.000.
Advogados especializados em imigração afirmam que essa novidade preenche uma lacuna importante. “Multinacionais que transferem funcionários para projetos nos Emirados frequentemente atingem o limite de 90 dias por ano nos vistos de visita padrão”, destaca Farah Al-Suwaidi, da Fragomen Dubai. “Uma autorização renovável por cinco anos reduz a burocracia e dá às empresas segurança para organizar a rotação de talentos sem precisar de patrocínio de residência integral.”
O visto também reforça a estratégia dos Emirados para se manterem competitivos frente a outras economias centrais — como Singapura e Arábia Saudita — que adotaram políticas de visitação mais flexíveis para atrair conferências, startups e nômades digitais. Para os viajantes, a principal vantagem é a possibilidade de auto-patrocínio. Os portadores podem entrar por qualquer aeroporto ou ponto terrestre/marítimo apresentando a impressão do e-visto e têm liberdade para se hospedar em hotéis, apartamentos alugados ou com familiares.
O visto não concede direito ao trabalho, mas a contratação local pode ser obtida posteriormente por meio da conversão para visto de trabalho ou golden visa, sem necessidade de sair do país. Setores do mercado esperam alta adesão assim que companhias aéreas, operadores turísticos e missões dos Emirados no exterior comecem a divulgar o produto. Empresas de gestão de viagens já estão atualizando suas ferramentas para destacar essa nova opção quando funcionários listam mais de duas viagens futuras aos Emirados.
As autoridades não estabeleceram limite anual para emissões, sinalizando uma política de portas abertas que está alinhada com a meta de Dubai de receber 40 milhões de visitantes por ano até 2031.
Fonte: Gulf News / GDRFA
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