
A maior companhia aérea de baixo custo do Brasil, a GOL Linhas Aéreas, inaugurou sua primeira rota internacional de longa distância em 17 de julho de 2026, ligando Rio de Janeiro/Galeão (GIG) a Nova York–JFK três vezes por semana, com aeronaves Airbus A330. O lançamento torna a GOL a única companhia brasileira a oferecer conexão direta entre a capital turística do país e o principal centro corporativo dos Estados Unidos. Embora companhias estrangeiras já operem entre as duas cidades, a presença de uma empresa nacional aumenta significativamente a oferta de assentos e oferece às empresas brasileiras acesso a vendas em português, um programa de fidelidade totalmente brasileiro e conexão doméstica integrada na rede da GOL, que abrange 75 aeroportos.
O CEO Celso Ferrer afirmou que o serviço é “um convite para os viajantes experimentarem o Brasil desde o momento do embarque”, destacando a ambição da companhia de atrair o turismo de negócios e eventos antes da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil. Compradores corporativos se beneficiarão das amplas parcerias de codeshare da GOL com American Airlines, Air France-KLM e a companhia irmã Avianca. Viajantes originários de Boston, Chicago ou Dallas agora podem emitir bilhetes integrados em um único PNR, acumular milhas AAdvantage e evitar a conexão em São Paulo, que antes era necessária na maioria dos itinerários para o Brasil.
Empresas de gestão de viagens estimam que o tempo total de viagem em rotas-chave do setor de petróleo e gás (como Houston/IAH via codeshare com AA) será reduzido em até três horas. Do ponto de vista da política de mobilidade, o novo serviço apoia a meta do governo brasileiro de dobrar o investimento estrangeiro direto no estado do Rio até 2030. Segundo o Ministério dos Portos e Aeroportos, cada frequência diária de longa distância gera cerca de 800 empregos diretos e indiretos em serviços de solo, catering e turismo.
Dica prática: passageiros com conexão para voos domésticos no Brasil devem reservar pelo menos 90 minutos no GIG para rechecagem de bagagem e formalidades de imigração no SEF; os portões eletrônicos para viajantes confiáveis continuam disponíveis apenas em São Paulo-Guarulhos (GRU) por enquanto.
O CEO Celso Ferrer afirmou que o serviço é “um convite para os viajantes experimentarem o Brasil desde o momento do embarque”, destacando a ambição da companhia de atrair o turismo de negócios e eventos antes da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil. Compradores corporativos se beneficiarão das amplas parcerias de codeshare da GOL com American Airlines, Air France-KLM e a companhia irmã Avianca. Viajantes originários de Boston, Chicago ou Dallas agora podem emitir bilhetes integrados em um único PNR, acumular milhas AAdvantage e evitar a conexão em São Paulo, que antes era necessária na maioria dos itinerários para o Brasil.
Empresas de gestão de viagens estimam que o tempo total de viagem em rotas-chave do setor de petróleo e gás (como Houston/IAH via codeshare com AA) será reduzido em até três horas. Do ponto de vista da política de mobilidade, o novo serviço apoia a meta do governo brasileiro de dobrar o investimento estrangeiro direto no estado do Rio até 2030. Segundo o Ministério dos Portos e Aeroportos, cada frequência diária de longa distância gera cerca de 800 empregos diretos e indiretos em serviços de solo, catering e turismo.
Dica prática: passageiros com conexão para voos domésticos no Brasil devem reservar pelo menos 90 minutos no GIG para rechecagem de bagagem e formalidades de imigração no SEF; os portões eletrônicos para viajantes confiáveis continuam disponíveis apenas em São Paulo-Guarulhos (GRU) por enquanto.
Fonte: Business Travel Executive