
O Departamento de Relações Exteriores e Comércio da Austrália (DFAT) revisou seu alerta de viagem para o Brasil em 19 de julho de 2026, mantendo o nível geral em “Exercer alto grau de cautela”, mas acrescentando novos avisos importantes para viajantes a negócios. O boletim destaca um **aumento nos casos de intoxicação por metanol** relacionados a bebidas alcoólicas adulteradas e lembra os australianos que **é obrigatório obter visto antes de embarcar em voos para o Brasil** — um detalhe que muitos consultores de curto prazo ainda negligenciam.
O DFAT aponta os distritos turísticos do Rio de Janeiro e São Paulo como áreas críticas para crimes violentos, aconselha executivos a evitarem favelas mesmo em passeios guiados e recomenda o uso exclusivo de táxis licenciados ou veículos de transporte por aplicativo previamente verificados. O alerta também chama atenção para as enchentes persistentes da estação chuvosa, que podem afetar voos regionais e o tráfego rodoviário até julho, sugerindo que as empresas incluam dias flexíveis nos roteiros de viagem.
Do ponto de vista da gestão de mobilidade, o aviso renovado serve como um lembrete de conformidade: os portadores de passaporte australiano perderam o status de isenção de visto para o Brasil em abril de 2025, mas os relatórios do DFAT ainda registram casos de viajantes impedidos de embarcar por assumirem que o visto na chegada existe. As equipes de mobilidade devem, portanto, considerar o prazo para emissão do visto — geralmente de 10 a 15 dias pelos consulados brasileiros em Sydney ou Canberra — no planejamento das missões.
Diretores de RH também devem atentar para as orientações médicas. Empresas que organizam conferências regionais durante a temporada de festivais no Brasil são aconselhadas a informar os participantes sobre segurança no consumo de bebidas e a contratar seguros que cubram evacuação de emergência de destinos remotos na Amazônia, atualmente classificados como áreas de “viagem essencialmente não recomendada”.
Embora o alerta seja direcionado a cidadãos australianos, empresas globais costumam aplicar as classificações de risco do DFAT a todos os viajantes devido à riqueza dos dados de incidentes. A atualização reforça, assim, a posição do Brasil como um destino de risco médio, porém gerenciável — desde que as organizações verifiquem rigorosamente o status do visto e adotem protocolos rigorosos de dever de cuidado.
O DFAT aponta os distritos turísticos do Rio de Janeiro e São Paulo como áreas críticas para crimes violentos, aconselha executivos a evitarem favelas mesmo em passeios guiados e recomenda o uso exclusivo de táxis licenciados ou veículos de transporte por aplicativo previamente verificados. O alerta também chama atenção para as enchentes persistentes da estação chuvosa, que podem afetar voos regionais e o tráfego rodoviário até julho, sugerindo que as empresas incluam dias flexíveis nos roteiros de viagem.
Do ponto de vista da gestão de mobilidade, o aviso renovado serve como um lembrete de conformidade: os portadores de passaporte australiano perderam o status de isenção de visto para o Brasil em abril de 2025, mas os relatórios do DFAT ainda registram casos de viajantes impedidos de embarcar por assumirem que o visto na chegada existe. As equipes de mobilidade devem, portanto, considerar o prazo para emissão do visto — geralmente de 10 a 15 dias pelos consulados brasileiros em Sydney ou Canberra — no planejamento das missões.
Diretores de RH também devem atentar para as orientações médicas. Empresas que organizam conferências regionais durante a temporada de festivais no Brasil são aconselhadas a informar os participantes sobre segurança no consumo de bebidas e a contratar seguros que cubram evacuação de emergência de destinos remotos na Amazônia, atualmente classificados como áreas de “viagem essencialmente não recomendada”.
Embora o alerta seja direcionado a cidadãos australianos, empresas globais costumam aplicar as classificações de risco do DFAT a todos os viajantes devido à riqueza dos dados de incidentes. A atualização reforça, assim, a posição do Brasil como um destino de risco médio, porém gerenciável — desde que as organizações verifiquem rigorosamente o status do visto e adotem protocolos rigorosos de dever de cuidado.
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