
O Consulado Geral da Índia em São Paulo emitiu um alerta urgente em 21 de julho de 2026 após detectar um aumento significativo de sites fraudulentos que imitam o portal oficial de e-visa do Governo da Índia. Pelo menos três domínios — e-touristvisaindia.com, indianvisaonline.org.in e e-visaindia.com — estão cobrando dos candidatos desavisados até US$ 200 em “taxas de serviço” e coletando dados de passaportes. O golpe prejudica tanto os viajantes quanto as equipes de mobilidade corporativa: as solicitações feitas por esses sites falsos nunca chegam ao Bureau de Imigração da Índia, fazendo com que os passageiros descubram no balcão de check-in da companhia aérea que não possuem visto válido. Reaplicações de última hora obrigam as empresas a arcar com custos de remarcação e podem comprometer prazos apertados de projetos.
O Consulado reforça que o único portal legítimo é o oficial do governo e que a Índia não possui agentes terceirizados autorizados para emissão de e-visas. Os viajantes são orientados a verificar cuidadosamente o endereço do site, garantir que o certificado SSL contenha “gov.in” e evitar portais que exijam pagamento antes do preenchimento do formulário de solicitação.
O alerta segue avisos semelhantes emitidos pelas representações indianas em San Francisco e Port of Spain no início deste mês, indicando uma campanha coordenada de phishing direcionada a profissionais de tecnologia baseados no Brasil que viajam para Bengaluru e Hyderabad. Com o aumento dos projetos comerciais bilaterais antes do G20 Investment Roadshow em novembro, cresce o número de engenheiros brasileiros indo para a Índia, tornando-os alvos principais.
Para gestores de mobilidade global: realizem uma auditoria rápida nos fluxos de trabalho das agências de viagem que coletam dados de visto; bloqueiem os domínios suspeitos nas redes corporativas; e lembrem os funcionários que a taxa oficial do e-visa para a maioria dos nacionais é de cerca de US$ 25 a 40 — valores superiores devem ser considerados suspeitos.
O Consulado reforça que o único portal legítimo é o oficial do governo e que a Índia não possui agentes terceirizados autorizados para emissão de e-visas. Os viajantes são orientados a verificar cuidadosamente o endereço do site, garantir que o certificado SSL contenha “gov.in” e evitar portais que exijam pagamento antes do preenchimento do formulário de solicitação.
O alerta segue avisos semelhantes emitidos pelas representações indianas em San Francisco e Port of Spain no início deste mês, indicando uma campanha coordenada de phishing direcionada a profissionais de tecnologia baseados no Brasil que viajam para Bengaluru e Hyderabad. Com o aumento dos projetos comerciais bilaterais antes do G20 Investment Roadshow em novembro, cresce o número de engenheiros brasileiros indo para a Índia, tornando-os alvos principais.
Para gestores de mobilidade global: realizem uma auditoria rápida nos fluxos de trabalho das agências de viagem que coletam dados de visto; bloqueiem os domínios suspeitos nas redes corporativas; e lembrem os funcionários que a taxa oficial do e-visa para a maioria dos nacionais é de cerca de US$ 25 a 40 — valores superiores devem ser considerados suspeitos.