
A Direção Geral de Identidade e Assuntos de Estrangeiros de Dubai (GDRFA) divulgou em 21 de julho as regras detalhadas para o visto turístico de múltiplas entradas com validade de cinco anos nos Emirados Árabes Unidos — uma notícia que tem despertado grande interesse entre as empresas indianas que operam em Dubai e Abu Dhabi. Diferente dos vistos turísticos padrão de 30 ou 60 dias, que exigem patrocínio local, o visto autossubscrito permite estadias de até 90 dias por visita (com possibilidade de uma prorrogação) e tem validade total de cinco anos.
Requisitos principais: o solicitante deve possuir passaporte válido por pelo menos seis meses, seguro saúde, passagem confirmada de ida e volta e extratos bancários que comprovem saldo mínimo de US$ 4.000 (aproximadamente ₹3,8 lakh) nos últimos seis meses. As inscrições podem ser feitas pelos portais inteligentes da GDRFA, nos centros de atendimento Amer ou em escritórios autorizados de digitação, com taxa total de AED 3.713 (cerca de ₹84.000), incluindo um depósito caução reembolsável.
Por que isso interessa às empresas: 1) Consultorias indianas e gerentes de projetos poderão deslocar equipes para a região MENA sem burocracia repetitiva. 2) Exportadores familiares de Gujarat e Kerala, que fazem viagens frequentes para acompanhar reexportações via Jebel Ali, terão um canal de entrada mais previsível. 3) Orçamentos de mobilidade de RH podem ser reduzidos, já que os funcionários evitarão vistos expressos caros.
Cuidados com a conformidade: os portadores do visto não podem ultrapassar 180 dias acumulados nos Emirados em qualquer ano civil; excedentes acarretam multa de AED 50 por dia, além de taxas de serviço. Os viajantes devem monitorar suas entradas e saídas pelo serviço de relatório de movimentação da GDRFA para evitar infrações involuntárias. Os Emirados mantêm o direito de revogar o visto em caso de infrações migratórias, e os sistemas de check-in das companhias aéreas estão sendo atualizados para verificar automaticamente o saldo de dias restantes.
Contexto geral: o visto de cinco anos reforça a meta de Dubai de atrair 40 milhões de visitantes até 2030 e dá ao emirado vantagem sobre Doha e Riyadh na disputa pelo público indiano recorrente. Para Nova Délhi, o acesso facilitado impulsiona o turismo de saída, mas as autoridades ficarão atentas à possível perda de receita nos aeroportos e no comércio duty-free da Índia.
Requisitos principais: o solicitante deve possuir passaporte válido por pelo menos seis meses, seguro saúde, passagem confirmada de ida e volta e extratos bancários que comprovem saldo mínimo de US$ 4.000 (aproximadamente ₹3,8 lakh) nos últimos seis meses. As inscrições podem ser feitas pelos portais inteligentes da GDRFA, nos centros de atendimento Amer ou em escritórios autorizados de digitação, com taxa total de AED 3.713 (cerca de ₹84.000), incluindo um depósito caução reembolsável.
Por que isso interessa às empresas: 1) Consultorias indianas e gerentes de projetos poderão deslocar equipes para a região MENA sem burocracia repetitiva. 2) Exportadores familiares de Gujarat e Kerala, que fazem viagens frequentes para acompanhar reexportações via Jebel Ali, terão um canal de entrada mais previsível. 3) Orçamentos de mobilidade de RH podem ser reduzidos, já que os funcionários evitarão vistos expressos caros.
Cuidados com a conformidade: os portadores do visto não podem ultrapassar 180 dias acumulados nos Emirados em qualquer ano civil; excedentes acarretam multa de AED 50 por dia, além de taxas de serviço. Os viajantes devem monitorar suas entradas e saídas pelo serviço de relatório de movimentação da GDRFA para evitar infrações involuntárias. Os Emirados mantêm o direito de revogar o visto em caso de infrações migratórias, e os sistemas de check-in das companhias aéreas estão sendo atualizados para verificar automaticamente o saldo de dias restantes.
Contexto geral: o visto de cinco anos reforça a meta de Dubai de atrair 40 milhões de visitantes até 2030 e dá ao emirado vantagem sobre Doha e Riyadh na disputa pelo público indiano recorrente. Para Nova Délhi, o acesso facilitado impulsiona o turismo de saída, mas as autoridades ficarão atentas à possível perda de receita nos aeroportos e no comércio duty-free da Índia.
Fonte: The Economic Times