
O Senado francês atualizou discretamente seu dossiê legislativo sobre o projeto de lei que permitirá ao governo reescrever grandes trechos do código de imigração por meio de ordens executivas, a fim de cumprir o Pacto de Migração e Asilo da UE. A página, marcada como “atualizada em 15 de setembro de 2026”, agora inclui novos anexos de avaliação de impacto e um cronograma para decretos secundários previstos para o primeiro trimestre de 2027.
Segundo o texto, os ministérios ganharão poderes para digitalizar os procedimentos de asilo, reduzir os prazos de recurso e criar uma “conta de mobilidade” única para trabalhadores altamente qualificados de países terceiros, espelhando o piloto do EU Talent Pool. O Ministério do Interior afirma que as ordens também alinharão as regras de compartilhamento de dados com o EES e o Eurodac, proporcionando à polícia de fronteira acesso mais rápido a alertas de permanência irregular.
Consultores de imigração empresarial veem o projeto como um pacote misto. Entre os pontos positivos, o proposto “Passeport Compétences+” unificaria sete tipos de autorizações de residência em um único status de quatro anos, simplificando a burocracia para os departamentos de RH. No entanto, novas sanções — de até €100.000 por declarações negligentes de destacamento — elevam os riscos de conformidade para prestadores de serviços que enviam funcionários à França.
O procedimento acelerado pode fazer com que o texto seja aprovado pelo Parlamento ainda este ano, após o que o governo terá seis meses para emitir as ordens de implementação. Empresas que planejam projetos de realocação para 2027 devem, portanto, mapear as categorias atuais de permissões em relação ao novo marco e prever possíveis aumentos de taxas indicados no anexo.
Observadores destacam que a atualização sinaliza um impulso político, apesar da agenda presidencial já bastante cheia. O alinhamento com o pacto da UE também é fundamental para que a França continue a receber os €650 milhões em fundos do Ministério do Interior destinados a melhorias na capacidade de acolhimento e sistemas digitais de fronteira.
Segundo o texto, os ministérios ganharão poderes para digitalizar os procedimentos de asilo, reduzir os prazos de recurso e criar uma “conta de mobilidade” única para trabalhadores altamente qualificados de países terceiros, espelhando o piloto do EU Talent Pool. O Ministério do Interior afirma que as ordens também alinharão as regras de compartilhamento de dados com o EES e o Eurodac, proporcionando à polícia de fronteira acesso mais rápido a alertas de permanência irregular.
Consultores de imigração empresarial veem o projeto como um pacote misto. Entre os pontos positivos, o proposto “Passeport Compétences+” unificaria sete tipos de autorizações de residência em um único status de quatro anos, simplificando a burocracia para os departamentos de RH. No entanto, novas sanções — de até €100.000 por declarações negligentes de destacamento — elevam os riscos de conformidade para prestadores de serviços que enviam funcionários à França.
O procedimento acelerado pode fazer com que o texto seja aprovado pelo Parlamento ainda este ano, após o que o governo terá seis meses para emitir as ordens de implementação. Empresas que planejam projetos de realocação para 2027 devem, portanto, mapear as categorias atuais de permissões em relação ao novo marco e prever possíveis aumentos de taxas indicados no anexo.
Observadores destacam que a atualização sinaliza um impulso político, apesar da agenda presidencial já bastante cheia. O alinhamento com o pacto da UE também é fundamental para que a França continue a receber os €650 milhões em fundos do Ministério do Interior destinados a melhorias na capacidade de acolhimento e sistemas digitais de fronteira.
Fonte: French Senate