
Uma atualização no portal Schengen da Comissão Europeia confirma que a Polônia vai reintroduzir controles temporários em suas fronteiras terrestres com a Alemanha e a Lituânia, de 2 de outubro de 2026 a 30 de março de 2027. Varsóvia justifica a medida pela “persistente pressão migratória” e os riscos de segurança associados, estendendo uma ação que vem sendo renovada periodicamente desde abril.
Isso significa que os viajantes — tanto cidadãos da UE quanto de países terceiros — devem esperar fiscalizações pontuais de documentos, inspeções de veículos e possíveis tempos de espera nas rodovias A2/A12, perto de Świecko-Frankfurt (Oder), A4/A15 em Ludwigsdorf, e no corredor S61/A5 em Budzisko–Lazdijai. Serviços ferroviários e de ônibus também estarão sujeitos a inspeções a bordo pela Guarda de Fronteira e pela polícia.
Viajantes a negócios que cruzarem para reuniões ou trabalho de comutação devem portar carteira de identidade nacional ou passaporte, enquanto estrangeiros não pertencentes à UE precisam de visto Schengen válido ou autorização de residência, além de comprovação do motivo da estadia. A notificação ressalta que o fluxo de cargas deve permanecer “o mais fluido possível”, mas empresas de logística lembram que reativações anteriores dos controles aumentaram em várias horas o tempo de trânsito de caminhões durante os períodos de pico.
Alemanha e Lituânia também prolongaram suas próprias medidas fronteiriças, criando um efeito dominó na área interna de Schengen. A Comissão continua a pressionar os Estados-Membros para limitar essas verificações, mas reconhece que a guerra da Rússia na Ucrânia e a pressão híbrida da Bielorrússia têm dificultado a gestão das fronteiras externas na região.
Empresas que realocam funcionários via Polônia são aconselhadas a atualizar suas políticas de viagem, alertar os colaboradores para portar os documentos originais de residência e considerar possíveis atrasos nos cronogramas de projetos transfronteiriços, especialmente para cadeias de suprimentos just-in-time que conectam fábricas polonesas a fornecedores alemães.
Isso significa que os viajantes — tanto cidadãos da UE quanto de países terceiros — devem esperar fiscalizações pontuais de documentos, inspeções de veículos e possíveis tempos de espera nas rodovias A2/A12, perto de Świecko-Frankfurt (Oder), A4/A15 em Ludwigsdorf, e no corredor S61/A5 em Budzisko–Lazdijai. Serviços ferroviários e de ônibus também estarão sujeitos a inspeções a bordo pela Guarda de Fronteira e pela polícia.
Viajantes a negócios que cruzarem para reuniões ou trabalho de comutação devem portar carteira de identidade nacional ou passaporte, enquanto estrangeiros não pertencentes à UE precisam de visto Schengen válido ou autorização de residência, além de comprovação do motivo da estadia. A notificação ressalta que o fluxo de cargas deve permanecer “o mais fluido possível”, mas empresas de logística lembram que reativações anteriores dos controles aumentaram em várias horas o tempo de trânsito de caminhões durante os períodos de pico.
Alemanha e Lituânia também prolongaram suas próprias medidas fronteiriças, criando um efeito dominó na área interna de Schengen. A Comissão continua a pressionar os Estados-Membros para limitar essas verificações, mas reconhece que a guerra da Rússia na Ucrânia e a pressão híbrida da Bielorrússia têm dificultado a gestão das fronteiras externas na região.
Empresas que realocam funcionários via Polônia são aconselhadas a atualizar suas políticas de viagem, alertar os colaboradores para portar os documentos originais de residência e considerar possíveis atrasos nos cronogramas de projetos transfronteiriços, especialmente para cadeias de suprimentos just-in-time que conectam fábricas polonesas a fornecedores alemães.
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