
A Polícia Federal (PF) prendeu Daniel Vorcaro — acionista majoritário do Banco Master — no aeroporto de São Paulo/Guarulhos na manhã de 18 de novembro de 2025, quando tentava embarcar em um voo internacional. A prisão faz parte da Operação “Compliance Zero”, que investiga a suposta criação e venda de instrumentos de crédito fraudulentos no valor total de R$ 1,8 bilhão.
Agentes da PF cumpriram mandados simultâneos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal: cinco prisões preventivas, duas prisões temporárias e 25 ordens de busca e apreensão. Segundo os investigadores, Vorcaro planejava deixar o país poucas horas após anunciar a venda do Banco Master para a Fictor Holding, o que gerou risco de fuga e justificou a interceptação no aeroporto.
Para as equipes de mobilidade e segurança, o caso evidencia a postura cada vez mais rigorosa do Brasil no controle de fronteiras em investigações de crimes financeiros. Executivos sob investigação podem agora ter restrições de saída do país sem aviso prévio; as empresas devem monitorar a exposição legal de seus funcionários e garantir o cumprimento de intimações judiciais para evitar danos à reputação e transtornos em viagens.
A PF reforçou às companhias aéreas que passageiros com restrições judiciais não podem ser transportados para o exterior, destacando a obrigação das empresas de checar os bancos de dados da Interpol e de mandados nacionais no momento do check-in. Provedores de mobilidade devem assegurar que os sistemas de API (Informações Avançadas de Passageiros) estejam corretamente sincronizados para evitar multas por embarques indevidos.
Agentes da PF cumpriram mandados simultâneos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal: cinco prisões preventivas, duas prisões temporárias e 25 ordens de busca e apreensão. Segundo os investigadores, Vorcaro planejava deixar o país poucas horas após anunciar a venda do Banco Master para a Fictor Holding, o que gerou risco de fuga e justificou a interceptação no aeroporto.
Para as equipes de mobilidade e segurança, o caso evidencia a postura cada vez mais rigorosa do Brasil no controle de fronteiras em investigações de crimes financeiros. Executivos sob investigação podem agora ter restrições de saída do país sem aviso prévio; as empresas devem monitorar a exposição legal de seus funcionários e garantir o cumprimento de intimações judiciais para evitar danos à reputação e transtornos em viagens.
A PF reforçou às companhias aéreas que passageiros com restrições judiciais não podem ser transportados para o exterior, destacando a obrigação das empresas de checar os bancos de dados da Interpol e de mandados nacionais no momento do check-in. Provedores de mobilidade devem assegurar que os sistemas de API (Informações Avançadas de Passageiros) estejam corretamente sincronizados para evitar multas por embarques indevidos.
Fonte: Agência Brasil