
A Cyprus Airways Flying Academy (CAFA) firmou uma parceria estratégica com a Intercontinental Aviation Enterprise FZ-LLC (IAE), proprietária da Intercontinental Aviation Academy (IAA Global), sediada nos Emirados Árabes Unidos. O Memorando de Entendimento, assinado em 20 de novembro durante o Dubai Airshow, prevê uma troca recíproca de ações e a criação de um conselho conjunto para supervisionar a modernização da frota, novos programas de treinamento e, a longo prazo, a abertura de campi satélites na Europa e no Oriente Médio.
Para Chipre, o acordo reforça suas ambições de se tornar um centro de treinamento de pilotos e técnicos no Mediterrâneo Oriental. A CAFA opera atualmente uma pequena frota de aeronaves de treinamento monomotor e bimotor no Aeroporto Internacional de Larnaca. Ao integrar-se à rede da IAA Global, a academia terá acesso a simuladores de voo avançados, programas de formação de cadetes desde o início e ao know-how dos Emirados na capacitação de grandes equipes para companhias aéreas.
Por sua vez, o parceiro dos Emirados assegura uma presença na União Europeia que permitirá a emissão de licenças compatíveis com a EASA — uma proposta atraente para as companhias do Golfo que recrutam pilotos europeus. O conselho conjunto também avaliará a possibilidade de colocar aeronaves eVTOL de próxima geração em Chipre como plataformas de teste para treinamento em mobilidade aérea urbana.
Empresas de aviação executiva baseadas em Limassol e Ayia Napa receberam a notícia com entusiasmo, afirmando que um maior pool de talentos pode aliviar a escassez de instrutores de voo, engenheiros de solo e treinadores de segurança de cabine. O Ministério Adjunto dos Transportes confirmou que o acordo está alinhado com a Estratégia Nacional de Aviação, que visa um aumento de 40% em empregos de alta qualificação no setor até 2030.
Embora o Memorando de Entendimento não afete diretamente a política de vistos, especialistas em mobilidade destacam que os laços mais fortes com os Emirados provavelmente impulsionarão o fluxo de viagens de negócios em ambas as direções. A Emirates já opera voos diários duplos entre Dubai e Larnaca, e a Etihad faz codeshare via Atenas. O aumento do tráfego relacionado ao treinamento pode gerar demanda por serviços adicionais do Golfo ou por flexibilização nas regras de vistos de múltiplas entradas para os trainees emiradenses.
Para Chipre, o acordo reforça suas ambições de se tornar um centro de treinamento de pilotos e técnicos no Mediterrâneo Oriental. A CAFA opera atualmente uma pequena frota de aeronaves de treinamento monomotor e bimotor no Aeroporto Internacional de Larnaca. Ao integrar-se à rede da IAA Global, a academia terá acesso a simuladores de voo avançados, programas de formação de cadetes desde o início e ao know-how dos Emirados na capacitação de grandes equipes para companhias aéreas.
Por sua vez, o parceiro dos Emirados assegura uma presença na União Europeia que permitirá a emissão de licenças compatíveis com a EASA — uma proposta atraente para as companhias do Golfo que recrutam pilotos europeus. O conselho conjunto também avaliará a possibilidade de colocar aeronaves eVTOL de próxima geração em Chipre como plataformas de teste para treinamento em mobilidade aérea urbana.
Empresas de aviação executiva baseadas em Limassol e Ayia Napa receberam a notícia com entusiasmo, afirmando que um maior pool de talentos pode aliviar a escassez de instrutores de voo, engenheiros de solo e treinadores de segurança de cabine. O Ministério Adjunto dos Transportes confirmou que o acordo está alinhado com a Estratégia Nacional de Aviação, que visa um aumento de 40% em empregos de alta qualificação no setor até 2030.
Embora o Memorando de Entendimento não afete diretamente a política de vistos, especialistas em mobilidade destacam que os laços mais fortes com os Emirados provavelmente impulsionarão o fluxo de viagens de negócios em ambas as direções. A Emirates já opera voos diários duplos entre Dubai e Larnaca, e a Etihad faz codeshare via Atenas. O aumento do tráfego relacionado ao treinamento pode gerar demanda por serviços adicionais do Golfo ou por flexibilização nas regras de vistos de múltiplas entradas para os trainees emiradenses.
Fonte: Cyprus Mail