
Voos para Hyderabad partindo de Dubai, Abu Dhabi, Doha, Muscat e outros centros do Golfo estão agora custando de duas a três vezes o preço habitual, após o anúncio das férias escolares nos Emirados Árabes Unidos, que vão de 8 de dezembro a 4 de janeiro. As tarifas avulsas saltaram de ₹ 8.000-25.000 para ₹ 16.000-60.000, enquanto os bilhetes de pico na rota Londres-Hyderabad chegaram a impressionantes ₹ 1,2 lakh. As passagens de retorno no início de janeiro também estão com preços elevados, à medida que os expatriados retornam.
Agentes de viagem atribuem o aumento à sobreposição dos calendários de férias — empresas dos Emirados, Qatar e Arábia Saudita estão concedendo licenças prolongadas — e ao crescimento limitado de assentos nas rotas entre o Oeste da Ásia e a Índia. Apesar do alerta da DGCA contra preços predatórios, as companhias aéreas defendem a precificação dinâmica, citando custos de combustível e a escassez de aeronaves alugadas.
Para as empresas, o impacto não atinge apenas as famílias que visitam, mas também os deslocamentos corporativos de última hora. Subcontratadas de campos petrolíferos em Muscat e Dubai adiaram as trocas de equipe, enquanto empresas de TI transferiram o treinamento de integração para o formato online. Os responsáveis pela mobilidade devem monitorar os rastreadores de tarifas e, quando possível, comprar blocos antecipadamente ou direcionar funcionários via Bahrein ou Kuwait, que ainda apresentam inventário abaixo de ₹ 30.000 em algumas datas.
Esse aumento reforça os apelos para que a Índia acelere as cotas bilaterais de assentos nas negociações pendentes de serviços aéreos com os Emirados Árabes Unidos e o Qatar, além de agilizar a ampliação da capacidade do aeroporto secundário em Hyderabad, onde a inauguração de um novo terminal está atrasada.
Agentes de viagem atribuem o aumento à sobreposição dos calendários de férias — empresas dos Emirados, Qatar e Arábia Saudita estão concedendo licenças prolongadas — e ao crescimento limitado de assentos nas rotas entre o Oeste da Ásia e a Índia. Apesar do alerta da DGCA contra preços predatórios, as companhias aéreas defendem a precificação dinâmica, citando custos de combustível e a escassez de aeronaves alugadas.
Para as empresas, o impacto não atinge apenas as famílias que visitam, mas também os deslocamentos corporativos de última hora. Subcontratadas de campos petrolíferos em Muscat e Dubai adiaram as trocas de equipe, enquanto empresas de TI transferiram o treinamento de integração para o formato online. Os responsáveis pela mobilidade devem monitorar os rastreadores de tarifas e, quando possível, comprar blocos antecipadamente ou direcionar funcionários via Bahrein ou Kuwait, que ainda apresentam inventário abaixo de ₹ 30.000 em algumas datas.
Esse aumento reforça os apelos para que a Índia acelere as cotas bilaterais de assentos nas negociações pendentes de serviços aéreos com os Emirados Árabes Unidos e o Qatar, além de agilizar a ampliação da capacidade do aeroporto secundário em Hyderabad, onde a inauguração de um novo terminal está atrasada.
Fonte: The Times of India
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