
Viajantes indianos enfrentam atrasos recordes para obter vistos de turismo e negócios dos EUA. O tempo de espera para agendamento nos consulados americanos em Delhi e Mumbai ultrapassa 300 dias corridos, contra cerca de 240 dias em agosto, segundo dados consulares citados pelo The Times of India.
O aumento ocorre após uma diretriz do Departamento de Estado em setembro, que exige que a maioria dos solicitantes de visto não imigrante realize a entrevista no país de nacionalidade ou residência, encerrando uma prática comum de agendar vagas mais rápidas em consulados de terceiros países, como Bangkok ou Dubai. A escassez de funcionários durante a paralisação do governo federal dos EUA agravou o acúmulo.
Para empresas multinacionais, os atrasos dificultam missões de curto prazo, visitas técnicas e viagens para conferências. Gestores de RH estão adotando soluções remotas ou buscando outras categorias de visto (como H-1B ou L-1), mesmo com custos maiores e burocracia mais longa. Algumas companhias relatam a atualização de viagens importantes para petições globais L-1 protocoladas no novo centro de processamento em Dallas, para evitar filas consulares.
Solicitantes com datas já marcadas para 2026 são aconselhados a não cancelar na esperança de conseguir um agendamento mais cedo; isso pode colocá-los no final da fila. O ideal é acompanhar o site do consulado para “liberações em lote” de vagas antecipadas, que costumam ocorrer tarde da noite no horário da Índia.
A longo prazo, o Departamento de Estado planeja inaugurar um novo campus consular em Hyderabad no início de 2027, mas o alívio só deve vir daqui a pelo menos um ano. Empresas devem incluir o prazo atual de 10 meses em seus planejamentos de projetos e propostas comerciais envolvendo funcionários baseados na Índia.
O aumento ocorre após uma diretriz do Departamento de Estado em setembro, que exige que a maioria dos solicitantes de visto não imigrante realize a entrevista no país de nacionalidade ou residência, encerrando uma prática comum de agendar vagas mais rápidas em consulados de terceiros países, como Bangkok ou Dubai. A escassez de funcionários durante a paralisação do governo federal dos EUA agravou o acúmulo.
Para empresas multinacionais, os atrasos dificultam missões de curto prazo, visitas técnicas e viagens para conferências. Gestores de RH estão adotando soluções remotas ou buscando outras categorias de visto (como H-1B ou L-1), mesmo com custos maiores e burocracia mais longa. Algumas companhias relatam a atualização de viagens importantes para petições globais L-1 protocoladas no novo centro de processamento em Dallas, para evitar filas consulares.
Solicitantes com datas já marcadas para 2026 são aconselhados a não cancelar na esperança de conseguir um agendamento mais cedo; isso pode colocá-los no final da fila. O ideal é acompanhar o site do consulado para “liberações em lote” de vagas antecipadas, que costumam ocorrer tarde da noite no horário da Índia.
A longo prazo, o Departamento de Estado planeja inaugurar um novo campus consular em Hyderabad no início de 2027, mas o alívio só deve vir daqui a pelo menos um ano. Empresas devem incluir o prazo atual de 10 meses em seus planejamentos de projetos e propostas comerciais envolvendo funcionários baseados na Índia.
Fonte: The Times of India
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