
A Anistia Internacional publicou em 27 de novembro uma análise contundente sobre a nova Ordem de Imigração e Estrangeiros da Índia para 2025, argumentando que ela enfraquece as garantias do devido processo legal e pode facilitar detenções arbitrárias em massa e deportações. A Ordem, notificada no início deste mês, mas divulgada na íntegra apenas na semana passada, centraliza quase todas as decisões sobre cancelamento de vistos, inclusão em listas negras e “lugares proibidos” no Ministério do Interior da União.
As principais disposições transferem o ônus da prova para os indivíduos, que devem comprovar seu status legal, reduzem o prazo para recursos para sete dias e permitem que o governo designe locais “frequentados por estrangeiros” para buscas sem mandado. A Anistia aponta que o modelo reflete aspectos controversos dos Tribunais de Estrangeiros de Assam, mas agora aplicados em âmbito nacional.
Autoridades governamentais defendem a Ordem como uma modernização que alinha o mosaico de regulamentos coloniais da Índia às realidades de segurança pós-pandemia. Já especialistas em imigração corporativa demonstram preocupação com a falta de clareza para cumprimento: empresas que patrocinam funcionários estrangeiros podem ser multadas ou ter suas instalações vistoriadas caso percam prazos de reporte. Hotéis, universidades e até hospitais agora têm obrigação obrigatória de reportar em até 24 horas a presença de qualquer hóspede ou paciente estrangeiro.
A Anistia pede a revogação imediata ou alterações substanciais, instando o Parlamento a incluir supervisão judicial e garantias claras de direitos humanos. Enquanto não houver definições, multinacionais devem revisar arquivos de RH, garantir que registros no FRRO estejam atualizados e treinar equipes sobre as novas obrigações de divulgação previstas na Ordem.
As principais disposições transferem o ônus da prova para os indivíduos, que devem comprovar seu status legal, reduzem o prazo para recursos para sete dias e permitem que o governo designe locais “frequentados por estrangeiros” para buscas sem mandado. A Anistia aponta que o modelo reflete aspectos controversos dos Tribunais de Estrangeiros de Assam, mas agora aplicados em âmbito nacional.
Autoridades governamentais defendem a Ordem como uma modernização que alinha o mosaico de regulamentos coloniais da Índia às realidades de segurança pós-pandemia. Já especialistas em imigração corporativa demonstram preocupação com a falta de clareza para cumprimento: empresas que patrocinam funcionários estrangeiros podem ser multadas ou ter suas instalações vistoriadas caso percam prazos de reporte. Hotéis, universidades e até hospitais agora têm obrigação obrigatória de reportar em até 24 horas a presença de qualquer hóspede ou paciente estrangeiro.
A Anistia pede a revogação imediata ou alterações substanciais, instando o Parlamento a incluir supervisão judicial e garantias claras de direitos humanos. Enquanto não houver definições, multinacionais devem revisar arquivos de RH, garantir que registros no FRRO estejam atualizados e treinar equipes sobre as novas obrigações de divulgação previstas na Ordem.
Fonte: Amnesty International