
A partir de 30 de janeiro de 2026, as companhias aéreas que operam voos para Singapura — incluindo os 24 voos diários saindo de Hong Kong — receberão avisos antecipados de “Diretiva de Não Embarque” (NBD), indicando passageiros proibidos de entrar na cidade-estado. A Autoridade de Imigração e Pontos de Controle (ICA) anunciou a medida em 28 de novembro, informando que fará a triagem das listas de passageiros e dos dados do Cartão de Chegada SG antes da decolagem, ordenando às companhias que neguem o embarque a viajantes considerados indesejáveis ou sem documentos válidos.
O jornal The Straits Times relata que as companhias aéreas que não cumprirem a regra poderão ser multadas em até S$10.000 por infração, enquanto funcionários que permitirem conscientemente o embarque de passageiros proibidos podem ser presos por até seis meses. O novo sistema é semelhante à triagem APIS dos EUA e tem como objetivo manter ameaças à segurança longe do aeroporto de Changi antes mesmo de chegarem ao controle de passaportes.
Para os residentes de Hong Kong, a mudança significa que a validade dos documentos (passaporte com pelo menos seis meses de validade e vistos necessários) deve ser conferida cuidadosamente no check-in; erros podem resultar em desembarque forçado e custos adicionais. Empresas de gestão de viagens estão orientando corporações a implementar uma verificação automática da validade do passaporte 96 horas antes da partida e a informar os viajantes frequentes sobre a nova regra.
As equipes de operações das companhias aéreas em Hong Kong precisarão integrar o sistema NBD da ICA aos sistemas de controle de embarque nos próximos dois meses. Advogados especializados em aviação alertam que as companhias podem adotar uma postura conservadora, negando o embarque em caso de dúvidas, por isso os viajantes devem portar documentos complementares, como passagens de conexão ou cartas-convite.
O jornal The Straits Times relata que as companhias aéreas que não cumprirem a regra poderão ser multadas em até S$10.000 por infração, enquanto funcionários que permitirem conscientemente o embarque de passageiros proibidos podem ser presos por até seis meses. O novo sistema é semelhante à triagem APIS dos EUA e tem como objetivo manter ameaças à segurança longe do aeroporto de Changi antes mesmo de chegarem ao controle de passaportes.
Para os residentes de Hong Kong, a mudança significa que a validade dos documentos (passaporte com pelo menos seis meses de validade e vistos necessários) deve ser conferida cuidadosamente no check-in; erros podem resultar em desembarque forçado e custos adicionais. Empresas de gestão de viagens estão orientando corporações a implementar uma verificação automática da validade do passaporte 96 horas antes da partida e a informar os viajantes frequentes sobre a nova regra.
As equipes de operações das companhias aéreas em Hong Kong precisarão integrar o sistema NBD da ICA aos sistemas de controle de embarque nos próximos dois meses. Advogados especializados em aviação alertam que as companhias podem adotar uma postura conservadora, negando o embarque em caso de dúvidas, por isso os viajantes devem portar documentos complementares, como passagens de conexão ou cartas-convite.
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