
A Hermes Airports, operadora dos aeroportos de Larnaca e Paphos, anunciou em 2 de dezembro que o número de passageiros desde 1º de janeiro ultrapassou 13 milhões pela primeira vez na história de Chipre. Esse número reflete 160 rotas operadas por 60 companhias aéreas para 41 países, marcando três anos de recuperação pós-pandemia mais rápida do que a maioria dos países do sul da Europa.
Esse marco vai além do simbólico. A forte conectividade aérea sustenta a ambição de Chipre de se transformar de um mercado focado no turismo para um centro regional de viagens de negócios e logística. A Hermes afirma que agora buscará serviços durante todo o ano em rotas-chave — Londres, Paris, Dubai — e conexões diretas com centros financeiros da América do Norte e Ásia para apoiar os crescentes clusters de fintech e transporte marítimo da ilha.
Do ponto de vista da mobilidade global, a diversidade robusta de rotas significa maior flexibilidade nas designações, menos desvios e potencialmente custos menores de passagens para multinacionais que estabelecem equipes em Nicósia ou Limassol. A notícia também pode fortalecer a argumentação de Chipre junto a autoridades da UE de que a ilha está pronta para aderir ao espaço Schengen, já que a modernização da infraestrutura aeroportuária é um critério técnico fundamental.
Para o futuro, a Hermes planeja expandir os quiosques digitais de autoatendimento e automatizar os portões eletrônicos de imigração — investimentos que, se aprovados pelas autoridades de fronteira, podem reduzir ainda mais o tempo de chegada para viajantes frequentes e programas de viajantes confiáveis no estilo APEC.
No entanto, gestores de risco em viagens devem ficar atentos às limitações de capacidade durante os picos de feriados; os números recordes indicam que os terminais podem enfrentar superlotação até que as expansões planejadas sejam concluídas.
Esse marco vai além do simbólico. A forte conectividade aérea sustenta a ambição de Chipre de se transformar de um mercado focado no turismo para um centro regional de viagens de negócios e logística. A Hermes afirma que agora buscará serviços durante todo o ano em rotas-chave — Londres, Paris, Dubai — e conexões diretas com centros financeiros da América do Norte e Ásia para apoiar os crescentes clusters de fintech e transporte marítimo da ilha.
Do ponto de vista da mobilidade global, a diversidade robusta de rotas significa maior flexibilidade nas designações, menos desvios e potencialmente custos menores de passagens para multinacionais que estabelecem equipes em Nicósia ou Limassol. A notícia também pode fortalecer a argumentação de Chipre junto a autoridades da UE de que a ilha está pronta para aderir ao espaço Schengen, já que a modernização da infraestrutura aeroportuária é um critério técnico fundamental.
Para o futuro, a Hermes planeja expandir os quiosques digitais de autoatendimento e automatizar os portões eletrônicos de imigração — investimentos que, se aprovados pelas autoridades de fronteira, podem reduzir ainda mais o tempo de chegada para viajantes frequentes e programas de viajantes confiáveis no estilo APEC.
No entanto, gestores de risco em viagens devem ficar atentos às limitações de capacidade durante os picos de feriados; os números recordes indicam que os terminais podem enfrentar superlotação até que as expansões planejadas sejam concluídas.
Fonte: Ekathimerini
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