
A ministra belga para o Asilo e Migração, Anneleen Van Bossuyt, confirmou em 3 de dezembro de 2025 que pessoas que já possuem status de refugiado — ou um pedido de asilo pendente — em outro país da UE não terão mais direito a alojamento na rede de acolhimento da Bélgica.
A medida, parte do pacote de reformas do Acordo da Páscoa, surge após meses de multas judiciais contra o governo por não conseguir abrigar milhares de recém-chegados. As autoridades defendem que o fim do “duplo abrigo” vai liberar vagas para requerentes de primeira viagem e desestimular o chamado “turismo de asilo”. ONGs argumentam que a política viola as normas europeias de acolhimento e pode deixar migrantes vulneráveis nas ruas belgas no auge do inverno.
Para empresas globais que transferem talentos sob vistos humanitários ou programas de habilidades especiais, a postura mais rígida implica que qualquer familiar dependente com proteção em outro país deve regularizar seu status antes da chegada. Consultores jurídicos recomendam a triagem prévia do histórico de asilo dos transferidos para evitar inelegibilidade inadvertida.
As reformas também aceleram a rejeição de pedidos de asilo repetidos e limitam o acesso à assistência jurídica. Observadores preveem um aumento nos recursos ao Conselho Belga para Litígios de Direito dos Estrangeiros, o que pode prolongar os prazos de processamento, apesar da intenção do governo de agilizar o sistema.
A medida, parte do pacote de reformas do Acordo da Páscoa, surge após meses de multas judiciais contra o governo por não conseguir abrigar milhares de recém-chegados. As autoridades defendem que o fim do “duplo abrigo” vai liberar vagas para requerentes de primeira viagem e desestimular o chamado “turismo de asilo”. ONGs argumentam que a política viola as normas europeias de acolhimento e pode deixar migrantes vulneráveis nas ruas belgas no auge do inverno.
Para empresas globais que transferem talentos sob vistos humanitários ou programas de habilidades especiais, a postura mais rígida implica que qualquer familiar dependente com proteção em outro país deve regularizar seu status antes da chegada. Consultores jurídicos recomendam a triagem prévia do histórico de asilo dos transferidos para evitar inelegibilidade inadvertida.
As reformas também aceleram a rejeição de pedidos de asilo repetidos e limitam o acesso à assistência jurídica. Observadores preveem um aumento nos recursos ao Conselho Belga para Litígios de Direito dos Estrangeiros, o que pode prolongar os prazos de processamento, apesar da intenção do governo de agilizar o sistema.
Fonte: The Gulf Observer
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