
A oposição popular às reformas planejadas pelo governo para o sistema de asilo se intensificou em 5 de dezembro, quando mais de 200 organizações comunitárias, religiosas e culturais publicaram uma carta aberta pedindo à Secretária do Interior, Shabana Mahmood, que abandone o que chamam de uma agenda “cruel” e “divisiva”.
As reformas — reveladas no mês passado — acabariam com a proteção permanente aos refugiados, restringiriam a reunião familiar e acelerariam as deportações de requerentes de asilo rejeitados. Também propõem a retirada do apoio para alojamento e subsistência dos solicitantes recusados e a conversão da proteção futura em um status temporário e renovável, semelhante ao modelo da Dinamarca.
Os signatários da carta, organizados sob o lema ‘Comunidades Unidas pelos Refugiados’, argumentam que as medidas empurrarão pessoas vulneráveis para a indigência e prejudicarão a reputação humanitária do Reino Unido. Manifestações estão previstas em Londres, Manchester e Glasgow na próxima semana, e ONGs avaliam ações legais baseadas em convenções internacionais de refugiados.
O Ministério do Interior insiste que as mudanças são necessárias para desencorajar as travessias pelo Canal da Mancha e restaurar a credibilidade do sistema, destacando que as deportações forçadas de infratores de imigração aumentaram 24% desde as eleições de julho. Autoridades afirmam que rotas seguras e legais serão ampliadas paralelamente ao endurecimento da fiscalização.
Para os empregadores, definições mais rigorosas de proteção humanitária podem afetar a documentação de direito ao trabalho para funcionários em processo de asilo, enquanto os conselhos locais enfrentam incertezas sobre o financiamento futuro para alojamento de migrantes. Equipes de mobilidade devem acompanhar o andamento da legislação e revisar o suporte oferecido a funcionários realocados envolvidos em programas comunitários de patrocínio.
As reformas — reveladas no mês passado — acabariam com a proteção permanente aos refugiados, restringiriam a reunião familiar e acelerariam as deportações de requerentes de asilo rejeitados. Também propõem a retirada do apoio para alojamento e subsistência dos solicitantes recusados e a conversão da proteção futura em um status temporário e renovável, semelhante ao modelo da Dinamarca.
Os signatários da carta, organizados sob o lema ‘Comunidades Unidas pelos Refugiados’, argumentam que as medidas empurrarão pessoas vulneráveis para a indigência e prejudicarão a reputação humanitária do Reino Unido. Manifestações estão previstas em Londres, Manchester e Glasgow na próxima semana, e ONGs avaliam ações legais baseadas em convenções internacionais de refugiados.
O Ministério do Interior insiste que as mudanças são necessárias para desencorajar as travessias pelo Canal da Mancha e restaurar a credibilidade do sistema, destacando que as deportações forçadas de infratores de imigração aumentaram 24% desde as eleições de julho. Autoridades afirmam que rotas seguras e legais serão ampliadas paralelamente ao endurecimento da fiscalização.
Para os empregadores, definições mais rigorosas de proteção humanitária podem afetar a documentação de direito ao trabalho para funcionários em processo de asilo, enquanto os conselhos locais enfrentam incertezas sobre o financiamento futuro para alojamento de migrantes. Equipes de mobilidade devem acompanhar o andamento da legislação e revisar o suporte oferecido a funcionários realocados envolvidos em programas comunitários de patrocínio.
Fonte: The Guardian