
Após três semanas de apreensão, durante as quais novos passaportes brasileiros não puderam ser emitidos, o Ministério da Fazenda autorizou um crédito emergencial de R$ 37,4 milhões em 8 de dezembro, permitindo que a Polícia Federal e a Casa da Moeda retomassem a produção. A paralisação — causada pelo esgotamento da verba da Polícia Federal para o Sistema de Passaportes e Controle de Tráfego em 19 de novembro — interrompeu cerca de 25 mil solicitações diárias e ameaçou as viagens da temporada de Natal.
Grupos empresariais foram especialmente impactados: contratados de petróleo e gás em rodízio em Macaé, consultores de TI voando para América do Norte e Europa, e multinacionais planejando reuniões de início de ano relataram viagens críticas em risco. Algumas empresas tiveram que recorrer a rotas caras por consulados vizinhos para garantir documentos de trânsito para funcionários-chave.
O financiamento emergencial cobre a produção de passaportes em branco e horas extras para os servidores da PF até o fim do ano, mas autoridades reconhecem que uma solução estrutural é necessária. O Congresso precisará aprovar um adicional de R$ 97,5 milhões no início de 2026 para evitar nova crise. Enquanto isso, a PF já começou a eliminar o atraso estimado de 400 mil documentos, priorizando casos médicos, de estudo no exterior e transferências corporativas.
Gestores de viagens devem esperar uma normalização gradual do processamento nas próximas duas semanas, mas partidas urgentes continuarão desafiadoras. Especialistas recomendam que executivos verifiquem agora a validade do passaporte — o Brasil exige seis meses de validade para entrada em muitos destinos — e façam a renovação com antecedência, antes do tradicional pico de janeiro.
Para programas de mobilidade global, o episódio serve de alerta: até a documentação de saída pode comprometer missões, e o planejamento de contingência (incluindo a posse de passaportes secundários, quando permitido) volta a ser prioridade.
Grupos empresariais foram especialmente impactados: contratados de petróleo e gás em rodízio em Macaé, consultores de TI voando para América do Norte e Europa, e multinacionais planejando reuniões de início de ano relataram viagens críticas em risco. Algumas empresas tiveram que recorrer a rotas caras por consulados vizinhos para garantir documentos de trânsito para funcionários-chave.
O financiamento emergencial cobre a produção de passaportes em branco e horas extras para os servidores da PF até o fim do ano, mas autoridades reconhecem que uma solução estrutural é necessária. O Congresso precisará aprovar um adicional de R$ 97,5 milhões no início de 2026 para evitar nova crise. Enquanto isso, a PF já começou a eliminar o atraso estimado de 400 mil documentos, priorizando casos médicos, de estudo no exterior e transferências corporativas.
Gestores de viagens devem esperar uma normalização gradual do processamento nas próximas duas semanas, mas partidas urgentes continuarão desafiadoras. Especialistas recomendam que executivos verifiquem agora a validade do passaporte — o Brasil exige seis meses de validade para entrada em muitos destinos — e façam a renovação com antecedência, antes do tradicional pico de janeiro.
Para programas de mobilidade global, o episódio serve de alerta: até a documentação de saída pode comprometer missões, e o planejamento de contingência (incluindo a posse de passaportes secundários, quando permitido) volta a ser prioridade.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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