
O Departamento de Agricultura, Pesca e Florestas (DAFF) emitiu um Aviso de Orientação à Indústria alertando todas as companhias aéreas que operam para a Austrália que, a partir de 12 de dezembro, somente o anúncio mais recente autorizado para passageiros que chegam poderá ser reproduzido a bordo. Qualquer áudio ou vídeo desatualizado configura violação da seção 220 da Lei de Biossegurança de 2015 e pode resultar em ações legais, desde multas até processos judiciais.
O anúncio obrigatório – um clipe de dois minutos exibido antes do pouso – informa os passageiros sobre quais alimentos, plantas e produtos animais devem ser declarados ou descartados, além de destacar as pesadas multas aplicadas na hora para declarações falsas. O DAFF informou que algumas companhias continuaram a usar versões antigas do anúncio quando as aeronaves retornavam de armazenamento ou mudavam de rota, gerando “inconsistências na mensagem” que comprometem o rigoroso controle de pragas do país.
Agora, as companhias aéreas precisam auditar toda a sua frota, garantir que o arquivo correto esteja instalado nos sistemas de entretenimento a bordo e orientar suas equipes e prestadores de serviço terceirizados. Operadoras que utilizam aeronaves em wet-lease ou serviços charter também estão incluídas na exigência. A medida faz parte de um processo mais amplo de digitalização das fronteiras, que inclui cartões eletrônicos para passageiros e a expansão do SmartGate para todos os portadores de passaporte eletrônico.
Para gestores de viagens corporativas, o aviso vai além de uma simples questão regulatória. O descumprimento pode atrasar a liberação da aeronave e causar impactos na programação dos voos – um risco crescente com o aumento do tráfego nas férias e a limitada disponibilidade de slots em Sydney e Melbourne. Equipes de logística que transportam produtos perecíveis ou amostras sensíveis ao tempo em voos comerciais devem considerar possíveis atrasos caso a companhia aérea seja autuada.
Consultores jurídicos destacam que a Lei de Biossegurança permite ao ministro da agricultura exigir que as companhias aéreas adotem “ações corretivas” por conta própria, aumentando a exposição financeira além das multas. Organizações que reservam voos charter para grandes eventos ou operações fly-in-fly-out são aconselhadas a obter confirmação por escrito das companhias de que o anúncio autorizado está devidamente instalado.
O anúncio obrigatório – um clipe de dois minutos exibido antes do pouso – informa os passageiros sobre quais alimentos, plantas e produtos animais devem ser declarados ou descartados, além de destacar as pesadas multas aplicadas na hora para declarações falsas. O DAFF informou que algumas companhias continuaram a usar versões antigas do anúncio quando as aeronaves retornavam de armazenamento ou mudavam de rota, gerando “inconsistências na mensagem” que comprometem o rigoroso controle de pragas do país.
Agora, as companhias aéreas precisam auditar toda a sua frota, garantir que o arquivo correto esteja instalado nos sistemas de entretenimento a bordo e orientar suas equipes e prestadores de serviço terceirizados. Operadoras que utilizam aeronaves em wet-lease ou serviços charter também estão incluídas na exigência. A medida faz parte de um processo mais amplo de digitalização das fronteiras, que inclui cartões eletrônicos para passageiros e a expansão do SmartGate para todos os portadores de passaporte eletrônico.
Para gestores de viagens corporativas, o aviso vai além de uma simples questão regulatória. O descumprimento pode atrasar a liberação da aeronave e causar impactos na programação dos voos – um risco crescente com o aumento do tráfego nas férias e a limitada disponibilidade de slots em Sydney e Melbourne. Equipes de logística que transportam produtos perecíveis ou amostras sensíveis ao tempo em voos comerciais devem considerar possíveis atrasos caso a companhia aérea seja autuada.
Consultores jurídicos destacam que a Lei de Biossegurança permite ao ministro da agricultura exigir que as companhias aéreas adotem “ações corretivas” por conta própria, aumentando a exposição financeira além das multas. Organizações que reservam voos charter para grandes eventos ou operações fly-in-fly-out são aconselhadas a obter confirmação por escrito das companhias de que o anúncio autorizado está devidamente instalado.
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