
O Departamento de Imigração de Hong Kong (ImmD) deu às famílias que viajam para a cidade um presente antecipado de fim de ano. Em um comunicado divulgado em 19 de dezembro, o ImmD anunciou que, a partir de segunda-feira, 22 de dezembro, a idade mínima para visitantes utilizarem o sistema automatizado de controle de imigração do território (e-Channel) será reduzida de 11 para 7 anos.
A mudança vale para três categorias de viajantes não residentes que representam a maior parte das chegadas transfronteiriças: (1) portadores do Permissão Eletrônica de Entrada e Saída para Viagens entre Hong Kong e Macau (e-EEP); (2) portadores de passaportes eletrônicos comuns emitidos pela República Popular da China; e (3) passageiros que partem do Aeroporto Internacional de Hong Kong pelo programa “Smart Departure”.
As portas do e-Channel utilizam câmeras de reconhecimento facial e dados criptografados dos documentos de viagem para comparar a biometria do viajante com o chip do seu passaporte ou permissão. O processo geralmente leva de 20 a 30 segundos — muito mais rápido do que apresentar documentos em um guichê com atendente — e não exige cadastro prévio. O ImmD afirma que a redução da idade mínima vai diminuir as filas nos horários de pico, além de alinhar a elegibilidade dos visitantes ao padrão de sete anos ou mais já concedido aos residentes de Hong Kong no início deste ano.
Para os gestores de mobilidade, a atualização elimina um problema recorrente ao realocar funcionários com filhos em idade escolar ou organizar viagens de incentivo que envolvem familiares. Antes, os pais podiam passar pelo e-Channel, enquanto crianças menores de 11 anos eram direcionadas para guichês manuais — o que às vezes causava complicações logísticas e perda de conexões de transporte. A partir de segunda-feira, famílias inteiras poderão passar pela imigração juntas, facilitando a transição para o transporte terrestre e reduzindo os riscos para os organizadores das viagens.
As empresas devem atualizar os briefings pré-viagem, as perguntas frequentes na intranet e as cartas de chegada para refletir a nova regra de idade, lembrando que as crianças ainda precisam ter no mínimo 1,1 metro de altura para serem reconhecidas pelas câmeras. O ImmD confirmou que cerca de 700 portais e-Channel já estão em operação em todos os pontos de controle marítimos, terrestres e aéreos, oferecendo múltiplas opções de autoatendimento mesmo em caso de aumento no fluxo em algum ponto.
Olhando para o futuro, autoridades indicaram que versões futuras do e-Channel podem incorporar reconhecimento de íris ou veias da palma da mão — tecnologias já testadas em Shenzhen e no Aeroporto de Changi, em Cingapura — para acelerar ainda mais o processo e atender viajantes que usam máscaras por motivos médicos. Por enquanto, a vantagem imediata é clara: viagens em família mais rápidas em um dos portões de entrada mais movimentados da Ásia.
A mudança vale para três categorias de viajantes não residentes que representam a maior parte das chegadas transfronteiriças: (1) portadores do Permissão Eletrônica de Entrada e Saída para Viagens entre Hong Kong e Macau (e-EEP); (2) portadores de passaportes eletrônicos comuns emitidos pela República Popular da China; e (3) passageiros que partem do Aeroporto Internacional de Hong Kong pelo programa “Smart Departure”.
As portas do e-Channel utilizam câmeras de reconhecimento facial e dados criptografados dos documentos de viagem para comparar a biometria do viajante com o chip do seu passaporte ou permissão. O processo geralmente leva de 20 a 30 segundos — muito mais rápido do que apresentar documentos em um guichê com atendente — e não exige cadastro prévio. O ImmD afirma que a redução da idade mínima vai diminuir as filas nos horários de pico, além de alinhar a elegibilidade dos visitantes ao padrão de sete anos ou mais já concedido aos residentes de Hong Kong no início deste ano.
Para os gestores de mobilidade, a atualização elimina um problema recorrente ao realocar funcionários com filhos em idade escolar ou organizar viagens de incentivo que envolvem familiares. Antes, os pais podiam passar pelo e-Channel, enquanto crianças menores de 11 anos eram direcionadas para guichês manuais — o que às vezes causava complicações logísticas e perda de conexões de transporte. A partir de segunda-feira, famílias inteiras poderão passar pela imigração juntas, facilitando a transição para o transporte terrestre e reduzindo os riscos para os organizadores das viagens.
As empresas devem atualizar os briefings pré-viagem, as perguntas frequentes na intranet e as cartas de chegada para refletir a nova regra de idade, lembrando que as crianças ainda precisam ter no mínimo 1,1 metro de altura para serem reconhecidas pelas câmeras. O ImmD confirmou que cerca de 700 portais e-Channel já estão em operação em todos os pontos de controle marítimos, terrestres e aéreos, oferecendo múltiplas opções de autoatendimento mesmo em caso de aumento no fluxo em algum ponto.
Olhando para o futuro, autoridades indicaram que versões futuras do e-Channel podem incorporar reconhecimento de íris ou veias da palma da mão — tecnologias já testadas em Shenzhen e no Aeroporto de Changi, em Cingapura — para acelerar ainda mais o processo e atender viajantes que usam máscaras por motivos médicos. Por enquanto, a vantagem imediata é clara: viagens em família mais rápidas em um dos portões de entrada mais movimentados da Ásia.
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