
A Procuradoria Pública de Dubai utilizou sua campanha semanal “Crime & Lição” em 23 de dezembro para destacar o caso de uma jovem residente multada em Dh 50.000 por operar um serviço não autorizado de processamento de vistos nas redes sociais. Investigadores informaram que a mulher realizou 39 transações fraudulentas de residência, cobrando Dh 500 por cada uma, antes que inspetores da Direção Geral de Residência e Assuntos de Estrangeiros (GDRFA) identificassem dados irregulares de patrocinadores no sistema ICP.
Este é o primeiro caso divulgado desde que os Emirados Árabes Unidos ampliaram o Decreto-Lei Federal 29 de 2021, que agora permite que as penalidades sejam multiplicadas pelo número de solicitações ilegais apresentadas. Na prática, a ré pode enfrentar ainda ações civis de vítimas que perderam status de emprego ou foram multadas por permanência irregular. As autoridades reforçaram que apenas centros de digitação licenciados, escritórios de advocacia autorizados e pontos de serviço Amer podem intermediar pedidos de visto de trabalho ou de família.
Para os empregadores, o alerta é oportuno: segundo a Lei das Relações Trabalhistas, empresas que submetem documentos por meio de agentes não licenciados correm o risco de multas de até Dh 200.000 e suspensão da emissão de novas autorizações de trabalho. Gestores de mobilidade devem, portanto, auditar quaisquer contratos com terceiros para PRO e exigir crachás Emirates ID que comprovem o número de credenciamento ICP do agente.
A Procuradoria também lançou um novo portal para denúncias anônimas — acessível via UAE Pass — que permite aos residentes enviar provas de contratos de trabalho falsificados ou anúncios de “visto à venda”. Os dados serão processados por um sistema de inteligência artificial que cruza números de licenças comerciais com picos anormais em patrocínios de vistos.
Conclusão: enquanto os Emirados Árabes Unidos continuam a flexibilizar vistos de longa duração, a fiscalização contra intermediários ilegais está se intensificando. Empresas precisam reforçar a diligência com fornecedores e orientar funcionários em relocação a evitarem agentes freelancers que prometem processos “expressos”.
Este é o primeiro caso divulgado desde que os Emirados Árabes Unidos ampliaram o Decreto-Lei Federal 29 de 2021, que agora permite que as penalidades sejam multiplicadas pelo número de solicitações ilegais apresentadas. Na prática, a ré pode enfrentar ainda ações civis de vítimas que perderam status de emprego ou foram multadas por permanência irregular. As autoridades reforçaram que apenas centros de digitação licenciados, escritórios de advocacia autorizados e pontos de serviço Amer podem intermediar pedidos de visto de trabalho ou de família.
Para os empregadores, o alerta é oportuno: segundo a Lei das Relações Trabalhistas, empresas que submetem documentos por meio de agentes não licenciados correm o risco de multas de até Dh 200.000 e suspensão da emissão de novas autorizações de trabalho. Gestores de mobilidade devem, portanto, auditar quaisquer contratos com terceiros para PRO e exigir crachás Emirates ID que comprovem o número de credenciamento ICP do agente.
A Procuradoria também lançou um novo portal para denúncias anônimas — acessível via UAE Pass — que permite aos residentes enviar provas de contratos de trabalho falsificados ou anúncios de “visto à venda”. Os dados serão processados por um sistema de inteligência artificial que cruza números de licenças comerciais com picos anormais em patrocínios de vistos.
Conclusão: enquanto os Emirados Árabes Unidos continuam a flexibilizar vistos de longa duração, a fiscalização contra intermediários ilegais está se intensificando. Empresas precisam reforçar a diligência com fornecedores e orientar funcionários em relocação a evitarem agentes freelancers que prometem processos “expressos”.
Fonte: Gulf News
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