
Complementando os novos protocolos da Linha Verde, o Ministério da Agricultura ordenou na segunda-feira à noite a desinfecção 24 horas por dia em todos os postos de controle da zona tampão. Onde antes os agentes trabalhavam em turnos, agora equipes estarão presentes continuamente em cada local, garantindo que nenhum veículo vindo do norte entre na República sem passar por uma lavagem virucida.
O diretor dos Serviços Veterinários, Christodoulos Pipis, afirmou que o regime 24 horas é necessário porque o volume de tráfego aumenta após o anoitecer, quando as transportadoras tentam evitar o congestionamento diurno. O ministério já contatou a Guarda Nacional, as Bases Britânicas, a polícia e os sindicatos de agricultores para reforçar o efetivo e garantir o fornecimento de desinfetantes. Agricultores com propriedades próximas à linha de cessar-fogo foram orientados a montar estações improvisadas de pulverização para tratores e tanques de leite.
As autoridades ressaltam que a rigorosidade é temporária, mas pode durar várias semanas. Um comitê conjunto de produtores de gado bovino, ovino, caprino e suínos se reunirá diariamente com técnicos do ministério para analisar os resultados laboratoriais e decidir se as medidas serão suspensas, reforçadas ou ampliadas geograficamente.
O setor privado já sente os efeitos indiretos. Empresas de logística relatam atrasos de 20 a 30 minutos por travessia, enquanto operadores turísticos que fazem passeios diurnos de norte a sul estão desviando os ônibus para postos menos movimentados. Departamentos de RH com funcionários que moram em uma zona e trabalham na outra estão orientando os colaboradores a portar comprovantes de residência e considerar o aumento no tempo de deslocamento.
Se os controles conseguirem evitar a propagação da infecção, Chipre poderá escapar das severas restrições às exportações que prejudicaram países vizinhos durante crises anteriores de febre aftosa. Até lá, as equipes de mobilidade global devem tratar a zona tampão como um possível ponto crítico e ajustar seus planos de viagem e cadeia de suprimentos conforme necessário.
O diretor dos Serviços Veterinários, Christodoulos Pipis, afirmou que o regime 24 horas é necessário porque o volume de tráfego aumenta após o anoitecer, quando as transportadoras tentam evitar o congestionamento diurno. O ministério já contatou a Guarda Nacional, as Bases Britânicas, a polícia e os sindicatos de agricultores para reforçar o efetivo e garantir o fornecimento de desinfetantes. Agricultores com propriedades próximas à linha de cessar-fogo foram orientados a montar estações improvisadas de pulverização para tratores e tanques de leite.
As autoridades ressaltam que a rigorosidade é temporária, mas pode durar várias semanas. Um comitê conjunto de produtores de gado bovino, ovino, caprino e suínos se reunirá diariamente com técnicos do ministério para analisar os resultados laboratoriais e decidir se as medidas serão suspensas, reforçadas ou ampliadas geograficamente.
O setor privado já sente os efeitos indiretos. Empresas de logística relatam atrasos de 20 a 30 minutos por travessia, enquanto operadores turísticos que fazem passeios diurnos de norte a sul estão desviando os ônibus para postos menos movimentados. Departamentos de RH com funcionários que moram em uma zona e trabalham na outra estão orientando os colaboradores a portar comprovantes de residência e considerar o aumento no tempo de deslocamento.
Se os controles conseguirem evitar a propagação da infecção, Chipre poderá escapar das severas restrições às exportações que prejudicaram países vizinhos durante crises anteriores de febre aftosa. Até lá, as equipes de mobilidade global devem tratar a zona tampão como um possível ponto crítico e ajustar seus planos de viagem e cadeia de suprimentos conforme necessário.
Fonte: In-Cyprus