
O Escritório Federal de Polícia da Suíça (fedpol) confirmou em 19 de janeiro que ativou uma operação de segurança extraordinária para a Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial (WEF), que acontece de 19 a 23 de janeiro em Davos.
Segundo o plano — elaborado em conjunto com as forças cantonais e as Forças Armadas Suíças — o fedpol pode impor proibições de entrada imediatas, recusar viajantes na fronteira e exigir listas antecipadas de passageiros para voos charter e de aviação executiva. As medidas valem para todo o país, mas se concentram na zona aérea restrita de 25 milhas náuticas (LS-R 13) e nos dois principais portões internacionais usados pelos delegados do WEF: Zurique (LSZH) e Genebra (LSGG).
Cada chefe de Estado e ministro recebe um pacote de proteção personalizado, baseado em uma avaliação individual de risco. Na prática, isso significa triagem reforçada na alfândega, verificações adicionais de passaporte em trens especiais que chegam a Landquart e Davos Dorf, além de unidades policiais móveis nas rodovias de trânsito, como a A28. O fedpol informa que recebe inteligência em tempo real de agências parceiras no exterior; qualquer pessoa identificada como violenta ou extremista pode ter o embarque negado antes da partida ou a entrada recusada na chegada.
Gestores de viagens corporativas devem esperar filas maiores nos guichês do espaço Schengen, inspeções seletivas de bagagem e eventuais bloqueios no trânsito nas abordagens das rodovias A13/A28, caso comboios de alto risco sejam direcionados por essas rotas. Delegados que chegarem de jato particular devem respeitar horários rigorosos de pouso e portar confirmação escrita dos direitos de estacionamento — aeronaves que perderem seu horário poderão ser desviadas para Altenrhein ou Milão-Malpensa.
Embora o perfil seja sem precedentes — com a expectativa de 65 chefes de governo — as autoridades suíças ressaltam que os passageiros regulares de voos comerciais continuarão a ser processados “da forma mais ágil possível”. Ainda assim, as equipes de mobilidade são orientadas a informar os viajantes sobre possíveis atrasos, portar múltiplos documentos de identificação e prever tempo extra para conexões em hubs suíços durante a semana do encontro.
Segundo o plano — elaborado em conjunto com as forças cantonais e as Forças Armadas Suíças — o fedpol pode impor proibições de entrada imediatas, recusar viajantes na fronteira e exigir listas antecipadas de passageiros para voos charter e de aviação executiva. As medidas valem para todo o país, mas se concentram na zona aérea restrita de 25 milhas náuticas (LS-R 13) e nos dois principais portões internacionais usados pelos delegados do WEF: Zurique (LSZH) e Genebra (LSGG).
Cada chefe de Estado e ministro recebe um pacote de proteção personalizado, baseado em uma avaliação individual de risco. Na prática, isso significa triagem reforçada na alfândega, verificações adicionais de passaporte em trens especiais que chegam a Landquart e Davos Dorf, além de unidades policiais móveis nas rodovias de trânsito, como a A28. O fedpol informa que recebe inteligência em tempo real de agências parceiras no exterior; qualquer pessoa identificada como violenta ou extremista pode ter o embarque negado antes da partida ou a entrada recusada na chegada.
Gestores de viagens corporativas devem esperar filas maiores nos guichês do espaço Schengen, inspeções seletivas de bagagem e eventuais bloqueios no trânsito nas abordagens das rodovias A13/A28, caso comboios de alto risco sejam direcionados por essas rotas. Delegados que chegarem de jato particular devem respeitar horários rigorosos de pouso e portar confirmação escrita dos direitos de estacionamento — aeronaves que perderem seu horário poderão ser desviadas para Altenrhein ou Milão-Malpensa.
Embora o perfil seja sem precedentes — com a expectativa de 65 chefes de governo — as autoridades suíças ressaltam que os passageiros regulares de voos comerciais continuarão a ser processados “da forma mais ágil possível”. Ainda assim, as equipes de mobilidade são orientadas a informar os viajantes sobre possíveis atrasos, portar múltiplos documentos de identificação e prever tempo extra para conexões em hubs suíços durante a semana do encontro.
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