
Especialistas em TI, médicos, acadêmicos e outros profissionais indianos com visto H-1B que planejam viagens de meio de carreira para casa estão descobrindo que não poderão retornar aos Estados Unidos por anos. Em 25 de janeiro de 2026, a NDTV confirmou que todos os consulados dos EUA na Índia — Delhi, Mumbai, Chennai, Hyderabad e Kolkata — esgotaram as vagas para agendamento de carimbos regulares de visto H-1B até abril-maio de 2027. (ndtv.com)
O acúmulo de atrasos aumentou em dezembro de 2025, quando as seções consulares começaram a cancelar as vagas de dezembro, remarcando para março de 2026, para depois transferir os mesmos casos para outubro de 2026 algumas semanas depois. Uma nova rodada de mudanças internas na agenda esta semana empurrou ainda mais o prazo. Os oficiais consulares atribuem o problema a duas mudanças de política em Washington: (1) a exigência obrigatória de triagem de redes sociais para todos os vistos de trabalho, implementada em 15 de dezembro de 2025, e (2) a decisão do Departamento de Estado de acabar com o carimbo de visto em “terceiros países” para indianos, concentrando todo o volume nos cinco consulados na Índia.
Como um trabalhador H-1B que sai dos EUA não pode reentrar sem um carimbo válido, milhares estão presos na Índia. Advogados de imigração relatam ligações desesperadas de clientes da Fortune 500, cujos cronogramas de projetos estão atrasando porque especialistas-chave permanecem retidos. Algumas empresas recorreram a autorizações emergenciais para trabalho remoto; outras estão transferindo trabalhos urgentes para Canadá ou México, onde funcionários indianos podem residir temporariamente com permissões intraempresariais.
Os atrasos também prejudicam a meta declarada da administração Biden de atrair talentos em STEM. “Se um doutor em engenharia mecânica do IIT consegue um Blue Card alemão em duas semanas, mas tem que esperar 18 meses para uma entrevista de visto nos EUA, o mercado vai decidir”, alerta Emily Neumann, sócia do escritório de advocacia Reddy & Neumann, em Houston. Ela recomenda que indianos já nos EUA adiem viagens não essenciais e que empresas reservem orçamento para upgrades de processamento premium e honorários legais quando os planos de mobilidade global envolverem a Índia.
Para os trabalhadores já retidos, as opções são poucas. Agendamentos acelerados são teoricamente disponíveis para emergências médicas, mas a falta de pessoal faz com que até esses pedidos levem semanas. Assessores do Congresso de distritos com forte presença tecnológica pressionam o Departamento de Estado por programas temporários de entrega de documentos sem entrevista, mas nenhum alívio foi anunciado.
Conclusão prática: portadores de visto H-1B indianos que precisarem viajar em 2026 devem considerar uma margem de segurança de um ano — ou avaliar atribuições alternativas em países com processos mais rápidos — antes de comprar a passagem para casa.
O acúmulo de atrasos aumentou em dezembro de 2025, quando as seções consulares começaram a cancelar as vagas de dezembro, remarcando para março de 2026, para depois transferir os mesmos casos para outubro de 2026 algumas semanas depois. Uma nova rodada de mudanças internas na agenda esta semana empurrou ainda mais o prazo. Os oficiais consulares atribuem o problema a duas mudanças de política em Washington: (1) a exigência obrigatória de triagem de redes sociais para todos os vistos de trabalho, implementada em 15 de dezembro de 2025, e (2) a decisão do Departamento de Estado de acabar com o carimbo de visto em “terceiros países” para indianos, concentrando todo o volume nos cinco consulados na Índia.
Como um trabalhador H-1B que sai dos EUA não pode reentrar sem um carimbo válido, milhares estão presos na Índia. Advogados de imigração relatam ligações desesperadas de clientes da Fortune 500, cujos cronogramas de projetos estão atrasando porque especialistas-chave permanecem retidos. Algumas empresas recorreram a autorizações emergenciais para trabalho remoto; outras estão transferindo trabalhos urgentes para Canadá ou México, onde funcionários indianos podem residir temporariamente com permissões intraempresariais.
Os atrasos também prejudicam a meta declarada da administração Biden de atrair talentos em STEM. “Se um doutor em engenharia mecânica do IIT consegue um Blue Card alemão em duas semanas, mas tem que esperar 18 meses para uma entrevista de visto nos EUA, o mercado vai decidir”, alerta Emily Neumann, sócia do escritório de advocacia Reddy & Neumann, em Houston. Ela recomenda que indianos já nos EUA adiem viagens não essenciais e que empresas reservem orçamento para upgrades de processamento premium e honorários legais quando os planos de mobilidade global envolverem a Índia.
Para os trabalhadores já retidos, as opções são poucas. Agendamentos acelerados são teoricamente disponíveis para emergências médicas, mas a falta de pessoal faz com que até esses pedidos levem semanas. Assessores do Congresso de distritos com forte presença tecnológica pressionam o Departamento de Estado por programas temporários de entrega de documentos sem entrevista, mas nenhum alívio foi anunciado.
Conclusão prática: portadores de visto H-1B indianos que precisarem viajar em 2026 devem considerar uma margem de segurança de um ano — ou avaliar atribuições alternativas em países com processos mais rápidos — antes de comprar a passagem para casa.
Fonte: NDTV
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