
A ministra do Turismo da Itália, Daniela Santanchè, e o ministro do Interior, Matteo Piantedosi, anunciaram um projeto de decreto que permitirá aos municípios destinar parte da ‘tassa di soggiorno’ (taxa turística de pernoite) para projetos de segurança pública, como redes de CFTV, sensores inteligentes para controle de multidões e reforço policial durante a alta temporada. O plano foi apresentado em 24 de janeiro no Fórum Internacional de Turismo em Milão. (ansa.it)
Atualmente, a taxa — cobrada em hotéis e alugueis de curta duração — deve ser reinvestida em promoção turística ou infraestrutura. A nova medida amplia o uso para que destinos populares, como Veneza e a Costa Amalfitana, possam financiar câmeras de vigilância, leitores de placas e centros de comando temporários para gerenciar grandes fluxos de visitantes em eventos como as Olimpíadas de Inverno de 2026 ou o Ano Jubilar em Roma.
Para gestores de viagens corporativas, a proposta é relevante em dois aspectos. Primeiro, centros urbanos e terminais de transporte mais seguros reduzem os riscos para viajantes frequentes e expatriados. Segundo, o aumento dos custos de conformidade pode ser repassado pelos hotéis, elevando os orçamentos de hospedagem para reuniões e viagens de incentivo.
Espera-se que o decreto chegue ao Conselho de Ministros no início de fevereiro e, uma vez aprovado, possa entrar em vigor antes do movimento intenso de viagens na Páscoa. Os municípios terão que publicar um plano anual de segurança detalhando quanto da taxa — atualmente entre €1 e €10 por pessoa, por noite — será destinado e quais indicadores serão usados para medir a eficácia.
Entidades do setor, como a Federalberghi, apoiam a iniciativa, mas pedem que o governo limite as taxas administrativas para não sobrecarregar os hoteleiros com obrigações burocráticas extras. Defensores das liberdades civis exigem garantias rigorosas de proteção de dados, ressaltando que muitas cidades não possuem responsáveis dedicados à privacidade.
Atualmente, a taxa — cobrada em hotéis e alugueis de curta duração — deve ser reinvestida em promoção turística ou infraestrutura. A nova medida amplia o uso para que destinos populares, como Veneza e a Costa Amalfitana, possam financiar câmeras de vigilância, leitores de placas e centros de comando temporários para gerenciar grandes fluxos de visitantes em eventos como as Olimpíadas de Inverno de 2026 ou o Ano Jubilar em Roma.
Para gestores de viagens corporativas, a proposta é relevante em dois aspectos. Primeiro, centros urbanos e terminais de transporte mais seguros reduzem os riscos para viajantes frequentes e expatriados. Segundo, o aumento dos custos de conformidade pode ser repassado pelos hotéis, elevando os orçamentos de hospedagem para reuniões e viagens de incentivo.
Espera-se que o decreto chegue ao Conselho de Ministros no início de fevereiro e, uma vez aprovado, possa entrar em vigor antes do movimento intenso de viagens na Páscoa. Os municípios terão que publicar um plano anual de segurança detalhando quanto da taxa — atualmente entre €1 e €10 por pessoa, por noite — será destinado e quais indicadores serão usados para medir a eficácia.
Entidades do setor, como a Federalberghi, apoiam a iniciativa, mas pedem que o governo limite as taxas administrativas para não sobrecarregar os hoteleiros com obrigações burocráticas extras. Defensores das liberdades civis exigem garantias rigorosas de proteção de dados, ressaltando que muitas cidades não possuem responsáveis dedicados à privacidade.
Fonte: ANSA
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