
Graduados internacionais que planejam estudar no Canadá receberam uma rara dose de certeza em 21 de fevereiro de 2026, quando o IRCC anunciou que a lista de áreas acadêmicas elegíveis para a Permissão de Trabalho Pós-Graduação (PGWP) permanecerá inalterada durante todo o ano civil. Nenhum novo programa será adicionado e, o mais importante, nenhum será removido. A suspensão da política, publicada no site do IRCC e confirmada por porta-vozes, responde a meses de especulação após Ottawa sugerir que poderia alinhar o acesso ao PGWP com as demandas do mercado de trabalho.
Para os estudantes, a decisão significa que diplomas em saúde, STEM, ofícios qualificados e outras áreas já aprovadas continuam a garantir uma via direta para uma permissão de trabalho aberta de até três anos — frequentemente um trampolim para a residência permanente via Express Entry ou programas provinciais de nomeação. Já os alunos de programas não listados não terão essa vantagem e precisarão optar por permissões específicas de empregador ou deixar o Canadá após a formatura.
Universidades e faculdades, especialmente em cidades menores que dependem da mensalidade de estudantes internacionais, receberam a pausa com alívio. As equipes de marketing podem promover as turmas de 2026 sem o receio de mudanças nas regras no meio do curso, e os setores de registro enfrentam menos transferências urgentes entre faculdades.
Conselheiros de mobilidade, porém, recomendam cautela. A suspensão vale apenas até 31 de dezembro de 2026, e autoridades indicam que uma reformulação baseada em dados pode ocorrer em seguida. Empresas que recrutam graduados internacionais devem, portanto, confirmar o código CIP atual da área em relação à lista oficial antes de oferecer vagas vinculadas à elegibilidade do PGWP.
No curto prazo, o status quo facilita o planejamento da força de trabalho: equipes de RH podem contar com um fluxo estável de portadores do PGWP para cargos que vão desde engenheiros de software em Toronto até auxiliares de enfermagem em áreas rurais de Alberta. Mas o relógio corre para 2027, quando Ottawa poderá usar a lista de elegibilidade de forma mais rigorosa para ajustar as metas de imigração.
Para os estudantes, a decisão significa que diplomas em saúde, STEM, ofícios qualificados e outras áreas já aprovadas continuam a garantir uma via direta para uma permissão de trabalho aberta de até três anos — frequentemente um trampolim para a residência permanente via Express Entry ou programas provinciais de nomeação. Já os alunos de programas não listados não terão essa vantagem e precisarão optar por permissões específicas de empregador ou deixar o Canadá após a formatura.
Universidades e faculdades, especialmente em cidades menores que dependem da mensalidade de estudantes internacionais, receberam a pausa com alívio. As equipes de marketing podem promover as turmas de 2026 sem o receio de mudanças nas regras no meio do curso, e os setores de registro enfrentam menos transferências urgentes entre faculdades.
Conselheiros de mobilidade, porém, recomendam cautela. A suspensão vale apenas até 31 de dezembro de 2026, e autoridades indicam que uma reformulação baseada em dados pode ocorrer em seguida. Empresas que recrutam graduados internacionais devem, portanto, confirmar o código CIP atual da área em relação à lista oficial antes de oferecer vagas vinculadas à elegibilidade do PGWP.
No curto prazo, o status quo facilita o planejamento da força de trabalho: equipes de RH podem contar com um fluxo estável de portadores do PGWP para cargos que vão desde engenheiros de software em Toronto até auxiliares de enfermagem em áreas rurais de Alberta. Mas o relógio corre para 2027, quando Ottawa poderá usar a lista de elegibilidade de forma mais rigorosa para ajustar as metas de imigração.
Fonte: Get In Canada blog
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