
A demanda reprimida por viagens de lazer transfronteiriças resultou em 1,16 milhão de visitantes entre 15 e 20 de fevereiro, segundo dados provisórios do Departamento de Imigração divulgados no sábado. Os residentes do continente representaram 980 mil entradas, reafirmando a China como o maior mercado turístico de Hong Kong.
O forte fluxo seguiu a eliminação da maioria dos testes exigidos durante a pandemia e a adição de serviços extras de trem de alta velocidade e ônibus provenientes de Guangdong. Varejistas em Tsim Sha Tsui e Causeway Bay relataram aumento nas vendas entre 18% e 22% em comparação com o mesmo período de férias do ano passado. A rede de joalherias Chow Tai Fook informou que o valor médio das transações feitas por compradores do continente subiu 11%, impulsionado pela taxa de câmbio favorável do renminbi.
Os hotéis também se beneficiaram: dados da Associação de Hotéis de Hong Kong mostram que a ocupação média atingiu 91%, com tarifas 14% maiores em relação ao ano anterior. O setor atribui essa melhora, em parte, à campanha governamental “Night Vibes Hong Kong”, que estendeu o horário de funcionamento das principais atrações e promoveu eventos noturnos à beira do porto.
Embora o número total tenha ficado abaixo da projeção inicial de 1,4 milhão de visitantes feita pelo Conselho de Turismo, analistas consideram a tendência animadora. “A principal limitação foi a capacidade de transporte, não a demanda”, destacou Marianne Wong, analista de viagens da CLSA, apontando para a falta de assentos nos trens transfronteiriços nos dias de pico. O Departamento de Transportes já solicitou aos operadores a inclusão de 16 pares extras de trens Guangzhou-Shenzhen-Hong Kong para o período da Páscoa.
Para gestores de mobilidade, o aumento reforça a importância de reservar assentos com antecedência para funcionários que viajam dentro e fora de Hong Kong durante os períodos festivos chineses. As empresas também devem esperar preços mais altos em hotéis e apartamentos com serviços ao longo do primeiro trimestre.
O forte fluxo seguiu a eliminação da maioria dos testes exigidos durante a pandemia e a adição de serviços extras de trem de alta velocidade e ônibus provenientes de Guangdong. Varejistas em Tsim Sha Tsui e Causeway Bay relataram aumento nas vendas entre 18% e 22% em comparação com o mesmo período de férias do ano passado. A rede de joalherias Chow Tai Fook informou que o valor médio das transações feitas por compradores do continente subiu 11%, impulsionado pela taxa de câmbio favorável do renminbi.
Os hotéis também se beneficiaram: dados da Associação de Hotéis de Hong Kong mostram que a ocupação média atingiu 91%, com tarifas 14% maiores em relação ao ano anterior. O setor atribui essa melhora, em parte, à campanha governamental “Night Vibes Hong Kong”, que estendeu o horário de funcionamento das principais atrações e promoveu eventos noturnos à beira do porto.
Embora o número total tenha ficado abaixo da projeção inicial de 1,4 milhão de visitantes feita pelo Conselho de Turismo, analistas consideram a tendência animadora. “A principal limitação foi a capacidade de transporte, não a demanda”, destacou Marianne Wong, analista de viagens da CLSA, apontando para a falta de assentos nos trens transfronteiriços nos dias de pico. O Departamento de Transportes já solicitou aos operadores a inclusão de 16 pares extras de trens Guangzhou-Shenzhen-Hong Kong para o período da Páscoa.
Para gestores de mobilidade, o aumento reforça a importância de reservar assentos com antecedência para funcionários que viajam dentro e fora de Hong Kong durante os períodos festivos chineses. As empresas também devem esperar preços mais altos em hotéis e apartamentos com serviços ao longo do primeiro trimestre.